7 comentários em “Entretanto, para ganharem tempo, também o podem pôr a ver as nove temporadas do “How I met your mother””
Era mais honesto dizerem-lhe que é a Miss Bumbum.
Coitada da criança, não suporto o CR acima de tudo por causa dessa história da aquisição do filho que não tem mãe, segundo afirmou em tempos uma das tias (não sei ao certo qual nem estou para me chatear a pesquisar na net).
O resto, convém não esquecer, é o exemplo do modelo de sucesso oficial das crianças e adolescentes (e seus pais) deste país: uma paternidade pelo menos estranha e uma família de pobres diabos subitamente enriquecida para lá do imaginável, deslumbrada em conformidade com isso, e caninamente seguida e idolatrada pelo tipo de comunicação dita “social” que – estúpida – melhor parece servir os – estúpidos – portugueses. Que tudo lhe admitem e ambicionam seguir.
Não deixa de ser um caso muitíssimo mais frequente pelo lado feminino: – não são poucos, ou desconhecidos, os casos de mães que optam por esconder, ou até “negar”, um progenitor masculino.
Gestação pelo “espírito santo” foi aliás uma designação corrente, aplicada em apelidos de paternidade incógnita. Por outro lado, aponta-se a “Inércia” como modelo acompanhante da falta de regulação, na atribuição das responsabilidades paternais.
Podem tentar ganhar imenso tempo, o dia chegará em que terão de lhe dizer: o teu papá fez um negócio com a tua mamã e pagou-lhe para ela te trazer ao mundo e nunca na vida te procurar nem querer saber de ti.
Arrepia-me, pensando no rapazinho, mas se não lho disserem ele descobrirá mal aprenda a pesquisar na Internet.
Na notícia publicada no JN, a irmã diz algo inconcebível: “Um dia mais tarde, ele pode querer investigar quem é a mãe, mas aí será uma decisão dele e ninguém o vai impedir”.
Ou seja, contam-lhe tangas e quando ele, maiorzinho, quiser inteirar-se e deparar com a verdade nua e crua, a responsabilidade será apenas dele. Abjecto.
Era mais honesto dizerem-lhe que é a Miss Bumbum.
Coitada da criança, não suporto o CR acima de tudo por causa dessa história da aquisição do filho que não tem mãe, segundo afirmou em tempos uma das tias (não sei ao certo qual nem estou para me chatear a pesquisar na net).
A série é bem divertida.
O resto, convém não esquecer, é o exemplo do modelo de sucesso oficial das crianças e adolescentes (e seus pais) deste país: uma paternidade pelo menos estranha e uma família de pobres diabos subitamente enriquecida para lá do imaginável, deslumbrada em conformidade com isso, e caninamente seguida e idolatrada pelo tipo de comunicação dita “social” que – estúpida – melhor parece servir os – estúpidos – portugueses. Que tudo lhe admitem e ambicionam seguir.
É terrível, mas é o que temos. O que somos.
Costa
Oh, Costa, como concordo consigo!
Não deixa de ser um caso muitíssimo mais frequente pelo lado feminino:
– não são poucos, ou desconhecidos, os casos de mães que optam por esconder, ou até “negar”, um progenitor masculino.
Gestação pelo “espírito santo” foi aliás uma designação corrente, aplicada em apelidos de paternidade incógnita.
Por outro lado, aponta-se a “Inércia” como modelo acompanhante da falta de regulação, na atribuição das responsabilidades paternais.
Podem tentar ganhar imenso tempo, o dia chegará em que terão de lhe dizer: o teu papá fez um negócio com a tua mamã e pagou-lhe para ela te trazer ao mundo e nunca na vida te procurar nem querer saber de ti.
Arrepia-me, pensando no rapazinho, mas se não lho disserem ele descobrirá mal aprenda a pesquisar na Internet.
Na notícia publicada no JN, a irmã diz algo inconcebível: “Um dia mais tarde, ele pode querer investigar quem é a mãe, mas aí será uma decisão dele e ninguém o vai impedir”.
Ou seja, contam-lhe tangas e quando ele, maiorzinho, quiser inteirar-se e deparar com a verdade nua e crua, a responsabilidade será apenas dele. Abjecto.
… a tia… (irmã sim, mas do pai do garoto)