Entre os mais comentados


Pedro Correia,

Em 22 destaques feitos pelo Sapo em Outubro, entre segunda e sexta-feira, para assinalar os dez blogues nesse dias mais comentados nesta plataforma, o DELITO DE OPINIÃO recebeu 19 menções ao longo do mês.

Incluindo cinco textos no pódio: três primeiros lugares, cinco segundos lugares, dois terceiros.

 

Os textos foram estes, por ordem cronológica:

Hoje é aquele dia em que o Papá Estado nos impõe a lei da rolha (40 comentários)

Fim da linha  (40 comentários)

Turismo eleitoral na Catalunha (36 comentários)

Catalunha: estado de coisas (46 comentários, o mais comentado do dia)

Pensamento da semana (38 comentários)

Pacheco, Sá Carneiro e o PSD (26 comentários)

O que disse Mario Vargas Llosa (100 comentários, o mais comentado do dia)

Catalunha: os dois separatismos (34 comentários)

Fuga em massa (64 comentários, o mais comentado do dia)

A détente com os totalitarismos (37 comentários)

Insensibilidade e mau gosto (46 comentários)

Cento e três (30 comentários)

Nunca é de mais lembrar (38 comentários)

Pensamento da semana (47 comentários)

Marcelo (36 comentários)

“Fogo amigo” contra Ronaldo (58 comentários)

Abriu a época de tiro ao Marcelo (48 comentários)

Dois tabefes da mãe, D. Teresa, e um ralhete da tia, D. Urraca (40 comentários)

Contra o “racismo identitário” (32 comentários)

 

Com um total de 836 comentários nestes dezanove postais, além de 466 gostos no Facebook.

Fica o nosso agradecimento aos leitores que nos dão a honra de visitar e comentar. E, naturalmente, também aos responsáveis do Sapo por esta iniciativa.

10 comentários em “Entre os mais comentados”

  1. Ter muitos comentários não é grande mérito. O blogue que tem (ou tinha) mais comentários é o Blasfémias; nele, qualquer comentário minimamente inteligente perdia-se no meio de dezenas de comentários estapafúrdios. Nas caixas de comentários a quantidade abafa a qualidade.

    1. “Nas caixas de comentários a quantidade abafa a qualidade.”

      Eu tenho vergonha de que em Portugal os camponeses ainda tenham este aspeto, tão diferente do dos camponeses franceses ou alemães.

      Este camponês vivia numa casa de pedra, provavelmente frígida no inverno, com telhado apoiado sobre vigas de madeira. Quando veio o incêndio, a madeira na qual as telhas se apoiavam pegou fogo, o telhado desabou e todos os móveis da casa pegaram fogo também. O camponês da Ventosa vai ter que repensar seriamente os materiais com que constrói a casa.

    2. Na quantidade também floresce a qualidade.
      Quando à nascença só há lugar para as elites afoga-se a fonte cristalina. Ficam apenas as ervas daninhas de estufa.

  2. do latim do Palito Métrico
    ‘in occulum descansum est’

    da praxe aplcada aos ‘bichos’
    ‘nos quoque gens summus et cavalgare sabemus’

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