21 comentários em “Então é isto, não é?”

  1. É isso exactamente; os que estiveram nos conselhos de ministro só abanavam a cabeça, assinavam de cruz, recebiam as senhas de presença; para todos, ministros e secretários de estado, amigas e amigos, banqueiros, empresários, administradores etc, nunca estranharam a galopada de eventos (pagos por quem?), as inaugurações, etc, nunca cheiraram, nunca ouviram, nunca leram certos jornais e blogues, nunca perguntaram, nunca acreditaram.
    Ceguinhos, e anjos.
    António Cabral

    1. É claro que é tudo uma gang de vigaristas. As pessoas honestas ingressaram todos nos partidos de direita. Por demais evidente.

    1. Estava um fulano com tais óculos e um cão pela corda à porta do Metro aqui de Leiria, com uma caneca de alumínio e uma tabuleta de cartão que dizia “uma esmola para o ceguinho”

      Uma senhora achou que bife uma vez por semana era pouco e deixou na caneca uma nota de 10€.
      Um fulano, ao topar a nota, resolveu deixar cair moedas e tirar a nota…
      Antes de gritar com a dor entre-pernas, ainda ouviu “Psst, tira a mão! Cego é o cão!”

  2. CARO ANÓNIMO DAS 16:59
    É uma felicidade militar no PSD (ou no CDS). É o meu caso, sinto-me bem pois sei que não estou rodeado de ladrões.

    1. Eu sei que Sócrates redefiniu o conceito popular de ladrão e que os outros ficaram assim algures entre furtar carteiras e roubar chupetas.

      Mas como nenhum homem é uma ilha, talvez seja melhor um pouquinho de desconfiança – é que eles estão em todo o lado, pergunte ao OLAF, por exemplo.

      E eu podia bem nem ter falado nisto, mas bolas! Não se armem agora aos cucos!

  3. Até que estão giros!
    Mas mais uma vez, aquela velha história: a baixa representatividade feminina. Como interpretar? Não sei, mas não está certo não, há que dar um jeito nisso …

    1. Representatividade feminina. Pois, as mulheres têm que fazer por isso em vez de estarem à espera que os homens as safem com as quotas. Se lá estão poucas, a culpa é nossa.

      1. Se lá estão poucas será porque não fazem por isso ou porque quem as pode escolher não escolhe por dúvidas práticas ou certezas preconceituosas?
        Não é com discriminação positiva que teremos representatividade.
        Ou será?

        Não é tão linear, acredite – a meritocracia parece funcionar só até determinado nível.

        São necessárias outras condições que permitam equilibrar a maternidade e o trabalho da população feminina – não apenas pelos direitos das crianças mas pelas necessidades demográficas e pela realização profissional das mulheres (a realização parental também é importante, mas é outro assunto). Porque o “ser mãe”, real ou potencial, continua a ser um dos grandes entraves à nomeação para cargos de topo em qualquer sector, incluindo o político: a disponibilidade para o trabalho é posta em causa por quem escolhe, já que, além da gravidez e do parto, tradicionalmente são as mulheres que acompanham os filhos na doença e na escola.
        E, depois, o machismo puro muitas vezes disfarçado que ainda vai sobrevivendo e questionando capacidades racionais e emocionais por causa do duplo X.

        Sinceramente, já não sei se as quotas não serão um mecanismo estúpido mas necessário até a paridade ser natural.

    2. Há falta de mulheres? Ora, nós também sabemos roubar. Somos é muito espertas e raramente somos apanhadas. Por isso só aparece aquela tonta.

  4. Como dizia Padre Fanhais : Vemos, Ouvimos e Lemos, não podemos Ignorar………….
    O que Fanhais não poderia era adivinhar isto.
    O gozo esta na Guerra dentro do PS com os senadores a aparecerem com ar indignado. Costa é mestre, ganhou a maioria absoluta.

  5. Nessa galeria de “invisuais” falta um não avantajado número de “jornalistas” e “comunicadores”…

    JSP

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