Se a justiça tarda, mas não falha, porque é que a culpa, segundo consta, morre sempre solteira?
Um comentário em “Em que ficamos? (5)”
Parece-me que uma afirmação não contende com a outra. A primeira é uma manifestação de confiança na justiça divina, feita por um Deus que muitas vezes “escreve direito por linhas tortas”, a segunda uma constatação da dificuldade que as pessoas têm de assumir a culpa, daí que ela morre solteira… Podem coexistir pacificamente não lhes parece?
Parece-me que uma afirmação não contende com a outra. A primeira é uma manifestação de confiança na justiça divina, feita por um Deus que muitas vezes “escreve direito por linhas tortas”, a segunda uma constatação da dificuldade que as pessoas têm de assumir a culpa, daí que ela morre solteira…
Podem coexistir pacificamente não lhes parece?