A cavalo dado, já se sabe, não se olha ao dente. Mas não é de desconfiar quando a esmola é grande?
7 comentários em “Em que ficamos? (4)”
A cavalo dado nao se olha ao dente esta claro, e uma questão de educação, mas também nao se da o mesmo valor daquele que foi adquirido com grande esforço, isso e da natureza humana…
Seria óptimo que assim fosse, e é também a minha forma de ver as coisas. Mas não estaremos já num tempo ou num modelo em que o sucesso, o resultado, nos aparece como algo que nos é devido?
Há coincidências giras, Adolfo: estava aqui a responder-te e de repente vejo-te na televisão, a fazer a revista de imprensa da SIC Notícias. E muito bem, por sinal. 🙂
Adolfo, fantásticos posts estes a manipular os nossos provérbios! Para ajudar à sua manipulação, sugiro que visite o restaurante Pão Pão, Queijo Queijo, em Belém, quase ao lado dos Pastéis de Belém. Leve papel, caneta e fotografe os ditados populares que decoram as paredes do 1º andar. Depois continue a divertir-se e a divertir-nos… e a perguntar em que é que ficamos.
A cavalo dado nao se olha ao dente esta claro, e uma questão de educação, mas também nao se da o mesmo valor daquele que foi adquirido com grande esforço, isso e da natureza humana…
Seria óptimo que assim fosse, e é também a minha forma de ver as coisas. Mas não estaremos já num tempo ou num modelo em que o sucesso, o resultado, nos aparece como algo que nos é devido?
Diz a prudência que sim. Mas eu continuo a não ser de desconfianças, nada a fazer. É claro que já me saíram alguns cavalos de Tróia…
Há coincidências giras, Adolfo: estava aqui a responder-te e de repente vejo-te na televisão, a fazer a revista de imprensa da SIC Notícias. E muito bem, por sinal. 🙂
Tenho de ter cuidado com as datas e horas para que programo estes posts. Qualquer dia acham que estou a postar em vez de estar a trabalhar 🙂
Adolfo, fantásticos posts estes a manipular os nossos provérbios!
Para ajudar à sua manipulação, sugiro que visite o restaurante Pão Pão, Queijo Queijo, em Belém, quase ao lado dos Pastéis de Belém. Leve papel, caneta e fotografe os ditados populares que decoram as paredes do 1º andar.
Depois continue a divertir-se e a divertir-nos… e a perguntar em que é que ficamos.
E hoje até andei ali por perto…
Vou passar por lá para me inspirar, sim!