Depende do risco que estamos dispostos a correr:) em todo o caso as duas, depende da vida, da idade, do dia, do estado de espírito. Beijos e bom fim de semana
Talvez seja uma questão de risco mesmo. Mas, se assim for, fico contente: é sinal de que, afinal de contas, ainda mandamos alguma coisa em nós. Há alturas em que acho que não 🙂
Em que ficamos? Ficamos mal … definitivamente mal … longe da vista e com um coração que não sente … ficamos mal. Eu diria mesmo que de um ou outro… venha o diabo e escolha!!!
A segunda premissa…definitivamente!
Acontece que, de quando em vez, a primeira se impõe…
Sem nenhuma dúvida olhos que não vêm, coração que não sente. Questão de sobrevivência…
Também acredito muito na capacidade de a nossa (nossa quê? alma? cabeça? nem sei) se adaptar.
Depende do risco que estamos dispostos a correr:) em todo o caso as duas, depende da vida, da idade, do dia, do estado de espírito. Beijos e bom fim de semana
Talvez seja uma questão de risco mesmo. Mas, se assim for, fico contente: é sinal de que, afinal de contas, ainda mandamos alguma coisa em nós. Há alturas em que acho que não 🙂
A segunda, certamente!
Mas ao contrário da opinião da Doutora Helena, penso que seja mais por uma questão de conveniência.
É a chamada conveniente sobrevivência:)
Estou com a Patrícia: depende de tanta coisa! A segunda é sábia e prudente, a primeira é uma inevitabilidade quando se gosta de alguém.
Em que ficamos?
Ficamos mal … definitivamente mal … longe da vista e com um coração que não sente … ficamos mal.
Eu diria mesmo que de um ou outro… venha o diabo e escolha!!!
O pior é que esse diabo, o que tem de escolher, somos nós!
Somos?!… Hum…