A minha homenagem foi para uma mulher que soube olhar para um pai, com todos os seus defeitos e virtudes, com os olhos de uma filha.
Em Dia do Pai
Sérgio de Almeida Correia,
A minha homenagem foi para uma mulher que soube olhar para um pai, com todos os seus defeitos e virtudes, com os olhos de uma filha.
Fiquei com imensa vontade ler o livro.
Sim, um dia isto muda…
Há uma obra do Lobo Antunes, uma das minhas favoritas, que explica bem as razões dos diferendos entre os retornados e os que ficaram. Recomendo-a a quem não leu, porque me pareceu muito lúcida, impiedosa até, e tem o mérito de não tomar partido por nenhum dos lados.
E só agora reparei que, despistada como sempre, disse tudo menos o título. A obra de que falo é “O Esplendor de Portugal”.
Engraçado Sérgio estava a ler o seu post e lembrei-me logo da Isabela Figueiredo, talvez porque a acompanho a escrita dela á bastante tempo.
O livro dela sem desprimor para a sugestão da Teresa é de facto interessantíssimo, mas para ser lido sem complexos e juízos de valor, assim com uma espécie de espírito livre.