Em defesa do bloco central


Teresa Ribeiro,

Passos&Costa[1].jpg

 

A noiva não poderia ir de flor de laranjeira, porque perdeu a virgindade há quatro anos, mas levaria um bouquet de rosas, senhores. E se prometesse fazer com elas um milagre como a santa, teríamos assegurado o pão. Caso o par decidisse afinal não privatizar as águas, ficaríamos, na pior das hipóteses, a pão e água.

0 comentários em “Em defesa do bloco central”

  1. Lindo,
    e qualquer dia o ar é privatizado. Não interessa muito quem é o Romeu e quem é a Julieta, o problema está nos capuletos e montéquios de serviço.

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