Permuta-se:
Autarca a concluir o terceiro mandato consecutivo pretende permutar Presidência de Câmara moderadamente sobreendividada, com Presidentes de Junta bem arregimentados, detentora de participação maioritária em órgão de informação local, com excelentes relações com o clube de futebol mais representativo do concelho, com as empresas de construção civil e obras públicas mais relevantes do distrito e com a maioria esmagadora dos padres das paróquias, dotada de interessante portfolio de empresas municipais, de outros mecanismos de desorçamentação e das mais diversas infra-estruturas como rotundas, pavilhões gimnodesportivos e piscinas olímpicas cobertas em todas as freguesias com mais de cem habitantes, por Presidência de Autarquia com condições equivalentes.
Assunto sério. Motivo à vista. Preferência por autarquias de concelhos limítrofes. A cor partidária não é factor eliminatório. Serão consideradas as respostas recebidas até ao final do primeiro trimestre de 2013.


Ha que ressalvar que se trata de uma permuta a termo certo…
É a precariedade, Bartolomeu.
Já não há empregos para toda a vida.
Todos devemos estar disponíveis para alguma mobilidade geográfica, José.
E então agora com o “histórico acordo” em sede de concertação social!!
Ah, já me esquecia, parece que só se aplica aos trabalhadores!esta minha cabeça…
Pois caro Rui temos que ter muito cuidado com as permutações
Eu tenho um apartment que permuto a modos que por uma moradia!
Isto parece o Miau.
Ou o CustoJusto, já agora, leilões net…
Não meta nisto nada que seja justo, Ana.
Peço desculpa! esqueci-me do “in”!
In perdoável
Ou isso, ou um tachinho nas Águas de Portugal.
AquaFrexes.
Aahaha, muiot bem! Que retrato tão bem feito! Faltou acrescentar “e com a população a diminuir”.
Eu quero ir prá ILHA !!!!!!!!!
Prá Madeira
?
Era pior a emenda que o soneto !
Rui: queres trocar um Mesquita Machado por um Filipe Menezes?
Hummm, pensando melhor, deixa lá. De qualquer modo, o meu Menezes parece só querer atravessar o rio. Depois do Rio (do outro), há muito para desequilibrar nas contas do Porto.
Pois, e eu lá em Braga também não tenho frente de mar…
Pois eu trocava o Mesquita pelo Schettino. Bem vistas as coisas, o italiano precisaria de afundar mais uns cinquenta Concordias para igualar os prejuízos da autarquia minhota…
Há uma diferença, Sampy: o Mesquita recusa-se a abandonar o poleiro, digo, o navio.
E se o mandassem para Espanha? São só 20 km…
Não sei se o homem se dará bem no meio de tanta cultura…