Em Angola não há só petróleo


Sérgio de Almeida Correia,

“O reconhecimento da fragilidade do texto do AO90 é praticamente consensual e há cidadãos dos países da CPLP, que, por falta de um prontuário ortográfico que lhes sirva de referência, misturam as duas ortografias, incluindo os próprios professores. O que se pressupunha que iria unir a grafia em português, nunca se irá concretizar, tal como a maior difusão internacional da Língua Portuguesa e uma maior facilidade da aprendizagem para o próprio idioma. Para que serviu afinal o Acordo Ortográfico?” – Wa Zani, Jornal de Angola, 27/08/2014

3 comentários em “Em Angola não há só petróleo”

  1. Desculpem a franqueza e a linguagem, mas o AO serviu para que os pares do império se reunissem à volta de uma mesa numa amena e cavaca confraternização e tomarem uns copos à pala dos “Zés Povinhos”!!! Alguém ponha juízo na cabeça dos “entendidos”!

  2. É no que dá a falta de senso de certos especialistas linguísticos que defendem um colonialismo linguístico brasileiro inaceitável para Portugal e para os países africanos de expressão portuguesa.

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