
Algo influenciado pelo meu tempestivo relatório de avaliação da situação do parque imobiliário lisboeta, e também em função dos resultados das últimas sondagens sobre as eleições do próximo domingo, nota-se já uma grande azáfama entre os investidores imobiliários, os quais surgem com especial interesse nas zonas históricas da cidade.

a comissão liquidatária do CDS vai vender o prédio
Está-se na expectativa
Jacinto Leite & Robles Lda
Real Estate moguls
O que aconteceu ao associado Rego?
O primeiro linque deve estar errado. Não liga a nada que tenha a ver com património imobiliário.
“linque”!? Ó comentador balio isso é português que se apresente?
Chiça, estes acordistaa dão cada calinada de fazer empinar o cavalo do Dom Fuas Roupinho..
E ainda vem corrigir, em registo desabrido, putativos mas irreais erros alheios. Comentador balio o seu vil “linque” diz-se “elo”.
Eu gostaria de saber como é que o CDS se locupletou com aquele prédio. E também como é que o antigo PSR se locupletou com o palacete que tinha (não sei se ainda tem) na Rua da Palma. E também gostaria de saber como é que muitos sindicatos se locupletaram com as sedes que têm em muitos excelentes locais de Lisboa.
Só eu é que não me locupleto
Com esta riqueza de linguagem você só não se locupleta porque não quer.
Locupletado está o comentador balio, eu estou como boi diante de um… dicionário.
Alguém faça o favor de informar o comentador balio que o BE ainda se “locupleta” com a mansão senhorial da Rua da Palma, paradigma da velha burguesia lisboeta msis endinheirada.
o radicalismo pequeno-burguês de fachada socialista, como alguém lhes chamou
O Sindicato dos Bancários do Sul e Ilhas em 1975 simplesmente ocupou o esplêndido palacete na Marquês de Fronteira. Não sei se alguma vez chegou a acordo indemnizatório com os herdeiros (se os há) mas abandonou-o há pouco mais de 4 anos por estar inadequado e degradado. Foi então avaliado em 20 milhões de Euros, o que seria demasiado, pois só agora, ainda mais degradado e sede de colónia de 10 gatos abandonados, foi vendido ao Aga Khan por 13,5 milhões.
É pena que a história das ocupações no Verão Quente, seus seguimentos e sequelas, ainda esteja por fazer.
A terra a quem a trabalha, foi mandamento proclamado nos cemitérios… Logo a burguesia reaccionária se voltou para a cremação.
Na fotografia, repare-se no pavimento em frente ao prédio.
Pedras altamente polidas e escorregadias. O ideal para, num dia de chuva, um peão derrapar e cair, partindo uma anca.
Desta forma se vê a consideração que a vereação camarária que fez aquele serviço tem pelos peões. Não terá sido a vereação de Fernando Medina, que foi o primeiro presidente de Câmara de Lisboa que teve consideração pelos peões. Os anteriores, todos eles, só pensaram nos automobilistas.
A culpa é do Moedas.
A cerimónia de “inauguração” daquele espaço depois de requalificado e ficar naquele estado escorregadio foi a 19 de Julho de 2015.
Como Fernando Medina tomou posse a 6 de Abril de 2015 não foi a vereação a que ele presidiu mas foi a vereação a que ele “vice-presidiu” entre algures em 2013 e aquela data em 2015.
Isto quer dizer que ele foi o último vice-presidente da Câmara de Lisboa que não teve consideração pelos peões
Tanto quanto sei, o edifício não é do CDS, mas do Patriarcado, que tem tido a simpatia de não aumentar a renda há muitos anos.
Obrigado. Bem, com isto, lá me cai na lama a reputação como consultor imobiliário…