Eleições II


tralhasdavida,

Depois das últimas legislativas, ando baralhada com isto das eleições. Será que hoje é constitucionalmente possível o candidato derrotado ser o nosso próximo Presidente?

0 comentários em “Eleições II”

  1. Não tem nada que baralhar. A Constituição é muito exigente. Há 3 barreiras a ultrapassar para chegar ao Governo: (i) eleições, (ii)aprovação do Presidente da República (iii) Aprovação do Parlamento. O Governo da PàF passou a primeira (parcialmente), passou a segunda mas chegou à terceira e não passou.
    O que aconteceu é parecido com a eleição do Presidente a duas voltas. Quem ganha na primeira pode perder na segunda. Se para as legislativas fossem a duas voltas iria á segunda a PÁf e o PS e (quase de certeza, aqui estou a adivinhar) e ganharia o PS na segunda volta. Como na prática aconteceu. O Parlamento desempenha na nossa Constituição um papel muito importante e bem (na minha opinião). É tudo muito claro. Só baralhou alguns (não todos) apoiantes da PaF por deficiente (de propósito?) interpretação da Constituição.

  2. Claro que sim, há até alguma tradição nesse cenário, vide eleição em que Freitas do Amaral perdeu para Mário Soares na 2ª volta quando tinha ganho a 1º

  3. Mas será que só eu percebi o humor da Francisca, porra?
    É que também isso me passou pela cabeça… Não fosse o diabo tecê-las.

  4. Palos vistos não gostou de alguns comentários. Compreende-se. Para a próxima pense melhor e não se precipite.

    1. Ó homem, não gostei de alguns comentários? Que não me precipite?
      Mas o senhor anónimo acha que eu levo esta cena suficientemente a sério para me ofender com comentários? Ou para me conter?
      Limito-me a achar extraordinário que, conforme aconteceu nas últimas legislativas, um candidato derrotado possa efectivamente acabar como Primeiro Ministro. Nem sabia que uma coisa dessas podia acontecer.
      De facto, a constituição não é a minha especialidade. Felizmente.
      Leve a vida menos a sério, homem. Arranje lá um bocadito de sentido de humor, que isto de levar os blogues muito a sério faz mal à saúde.

      1. Não é preciso ser especialista na Constituição. Nem é preciso levar as coisas muito a sério. Quem ler o que escrevi acima percebe. Mas nem é preciso perceber: se aconteceu, é possível.

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