Há quem não goste, porque diz que assim é fácil roubarem-lhe dinheiro. Suponha que você leva o cartão multibanco no bolso traseiro das calças, vem uma pessoa por de trás com uma máquina multibanco e passa-a perto do nosso bolso sem nós observarmos, e zás! Sem nós sentirmos nada (a máquina Multibanco nem nos toca!) o cartão debita-nos dinheiro. Se uma pessoa atualmente não quer ter cartão contactless, tem que o pedir expressamente ao banco, porque por defeito todos os cartões, creio eu, o são.
Mesmo no bolso de trás, tendo o cuidado de virar o leitor para o lado de dentro (para o corpo) isso não é possível. “Por defeito” diz-se em português “por onissão”.
Não conheço nada dos processos envolvidos neste tipo de cartões, por isso admito não ter opinião formada. Gosto de pensar que os bancos, que quase me obrigam a saltar por um arco em chamas para aceder à minha conta online, não avançaram para isto sem um conjunto de salvaguardas.
Como escrevi lá adiante, espero que os bancos, por norma tão exigentes com o acesso às nossas próprias contas, não avançassem para isto sem que os óbvios potenciais problemas não estivessem resolvidos. Mas também admito que preferia não ter isto activado: eu gosto que o gasto de dinheiro não seja assim tão fácil.
É verdade. António Guerreiro tornou-se muito difícil de evitar, pois está em todo o lado. Apesar disso, gosto do design da revista, há textos interessantes, podem-se comprar com grande desconto na feira do livro e, não despiciendo, o stand da Fundação EDP costuma ter miúdas giras.
Penetração do cartão na maquina de multibanco representa uma vitima e um explorador capitalista machista branco, simbolo óbvio do pensamento da sociedade patriarcal. Contactless tal como wireless charging promovem a igualdade. É inevitável o fim da p…ficha.
aconteceu-me o mesmo há dias , no super , vai o caixeiro passa o cartão , eu a dizer que não dava , mas deu ..não gostei.
Há quem não goste, porque diz que assim é fácil roubarem-lhe dinheiro. Suponha que você leva o cartão multibanco no bolso traseiro das calças, vem uma pessoa por de trás com uma máquina multibanco e passa-a perto do nosso bolso sem nós observarmos, e zás! Sem nós sentirmos nada (a máquina Multibanco nem nos toca!) o cartão debita-nos dinheiro.
Se uma pessoa atualmente não quer ter cartão contactless, tem que o pedir expressamente ao banco, porque por defeito todos os cartões, creio eu, o são.
pois é. eu pensava que era ao contrário , que tínhamos de pedir para ter. não gostei mesmo nada.
Mesmo no bolso de trás, tendo o cuidado de virar o leitor para o lado de dentro (para o corpo) isso não é possível.
“Por defeito” diz-se em português “por onissão”.
Eu até diria que andar em Lisboa com a carteira no bolso de trás é pedir problemas maiores do que passarem com um leitor de cartões pela nádega.
Não conheço nada dos processos envolvidos neste tipo de cartões, por isso admito não ter opinião formada. Gosto de pensar que os bancos, que quase me obrigam a saltar por um arco em chamas para aceder à minha conta online, não avançaram para isto sem um conjunto de salvaguardas.
Como escrevi lá adiante, espero que os bancos, por norma tão exigentes com o acesso às nossas próprias contas, não avançassem para isto sem que os óbvios potenciais problemas não estivessem resolvidos. Mas também admito que preferia não ter isto activado: eu gosto que o gasto de dinheiro não seja assim tão fácil.
Electra envia para uma revista,ainda em publicação? em que pontificava o crítico António Guerreiro com outras súmulas.
É verdade. António Guerreiro tornou-se muito difícil de evitar, pois está em todo o lado. Apesar disso, gosto do design da revista, há textos interessantes, podem-se comprar com grande desconto na feira do livro e, não despiciendo, o stand da Fundação EDP costuma ter miúdas giras.
Eis um problema que não existe na Coreia do Norte.
Penetração do cartão na maquina de multibanco representa uma vitima e um explorador capitalista machista branco, simbolo óbvio do pensamento da sociedade patriarcal.
Contactless tal como wireless charging promovem a igualdade. É inevitável o fim da p…ficha.