Diz o nosso João Campos aqui que diz o Daniel Oliveira no Expresso: «Não gostam da luta dos maquinistas? Aprendam a conduzir comboios.»
Ora, diz também o nosso João Campos — e diz muito bem — o seguinte: «No meu caso, e no caso de muita gente, não gostar da luta dos maquinistas (não é isso que está em causa, mas vá) não significa aprender a conduzir comboios (mesmo que o quisesse fazer, quem seria despedido para eu ter trabalho?), mas sim ser forçado a optar por transportadoras rodoviárias privadas.» E acrescenta que, «mais dia menos dia, com mais greve e menos comboio, a CP estoira de vez, e os maquinistas — estes mesmos que boicotaram o Natal de milhares de pessoas e que passaram 2011 a transtornar a vida a milhões — ficam desempregados».
O prognóstico é muito aceitável para uma mente linear. Já para o Daniel Oliveira talvez não seja, porque dá-se o caso de tudo isto resultar da actual gestão política do Estado, que ele parece que não aprecia muito.
Mas não faz mal. O Daniel não gosta da gestão do Estado? Ele que aprenda a fazer-se eleger para conduzir o país. Palpita-me que eu aprenderei muito mais depressa a conduzir comboios.

Não tenho dúvida de que aprenderias a conduzir rapidamente um comboio. Aliás, tu já deves saber e estás a fazer batota 🙂
Um que não sabe de certeza é o Mendonça….
O Mendonça do comboio-correio Londres-Glasgow?…
Agora que falas nisso… pelo menos eu também acho que ele ia protagonizando “o roubo do século”… 🙂
Os comboios, privados ou públicos, são conduzidos por maquinistas. E não há muitos países que tenham alguma vez deixado de ter comboios. Portanto este post é um balão. Pop.
Fiquei a pensar: por que será que o seu sítio se chama “designorado”?
Porque sei que não sei. Mas tento.
Quem não gosta de ver a actuação da dupla pistoleira…
Danniel Bonnie and Clara Clyde…
No movie: Bad SIC Eixo ?!
Eu adoro-os … Não perco um filme!
Ninguém perde. Eles é que se perdem.
Às vezes perco-o … para não me perder.
Utilize-se os fundos que eram para o TGV e automatizem-se as linhas de comboios, como existem noutros países, e depois já não é preciso nem maquinistas nem revisores.
Bem visto. Merece um apito. Automático, claro.