V. é que não sabe, mas eu explico-lhe: são ‘gralhas’. Começo a achar que não sou dactilógrafo. A coisa mais parecida que faço é tocar piano. Eu sei que V. já percebeu há muito que o meu pano é bom, mas isso da nódoa não entendi. Referia-se mesmo à ‘gralha’? É que eu até podia substituir o comentário, como deve imaginar. Azar…
Claro que é gralha, gralha e falta de revisão do texto. De qualquer modo, plenamente compreensível, tão compreensível quanto os lapsos de quem fala de improviso, muitas vezes sob algum stress e poderiam merecer de si a mesma compreensão que os do meu amigo aqui me merecem.
Quanto ao pano, lembro que ninguém é bom juiz em causa própria, embora, pelo que tenho visto, não tenha que se preocupar muito; se bem que por se mostrar habitualmente muito ‘cheio de si’, acabe por aprender menos do que podia. Isto foi um bónus, uma vez que é assunto que não me diz respeito.
Passa, pois, por ser abelhudo. Quanto ao resto, não tem qualquer razão. Mas não é de agora.
Se os portugueses descobrem que esta pode ser uma maneira de espevitar a economia, o Sócrates que se proteja da chuva de galos de Barcelos e de torres de Belém…
E por cá? Já foram dadas opções, se bem que o galo seja leve, é oco, só falta haver candidatos a levar com as obras de arte. Isso é que vai ser difícil, arranjar candidatos. É que isto não é propriamente Itália, onde o alvo se mete a jeito…… pois claro…
Ao contrário de se passa com certos mamarrachos e muitas rotundas, fui sempre um apreciador de obras que conciliam a arte com a utilidade.
Pois, junta-se o útil ao agradável.
‘…de se passa…’? Como vê no melhor pano cai a nódoa.
V. é que não sabe, mas eu explico-lhe: são ‘gralhas’. Começo a achar que não sou dactilógrafo. A coisa mais parecida que faço é tocar piano.
Eu sei que V. já percebeu há muito que o meu pano é bom, mas isso da nódoa não entendi. Referia-se mesmo à ‘gralha’? É que eu até podia substituir o comentário, como deve imaginar.
Azar…
Espírito natalício em plena forma, João eh eh eh eh
O ATRO ABISMO
Quando o poeta escreveu: “…o atro abismo”,
Umas vírgulas por ele mal dispostas,
Irritadas gritaram: “É estrabismo!”.
Mas um ponto que viveu no dicionário,
De admiração caíu de costas
E abismado seguiu o seu destino…
Alexandre O’Neill, in Poesias Completas, Ed. Imprensa nacional – casa da Moeda, 95
Estes poetas sabem muiiiito.
:))
Grande sentido de oportunidade, Maria. Hehe…
Claro que é gralha, gralha e falta de revisão do texto. De qualquer modo, plenamente compreensível, tão compreensível quanto os lapsos de quem fala de improviso, muitas vezes sob algum stress e poderiam merecer de si a mesma compreensão que os do meu amigo aqui me merecem.
Quanto ao pano, lembro que ninguém é bom juiz em causa própria, embora, pelo que tenho visto, não tenha que se preocupar muito; se bem que por se mostrar habitualmente muito ‘cheio de si’, acabe por aprender menos do que podia. Isto foi um bónus, uma vez que é assunto que não me diz respeito.
Passa, pois, por ser abelhudo. Quanto ao resto, não tem qualquer razão. Mas não é de agora.
Se os portugueses descobrem que esta pode ser uma maneira de espevitar a economia, o Sócrates que se proteja da chuva de galos de Barcelos e de torres de Belém…
Nada mais apropriado para fazer galos do que um genuíno galo de Barcelos :))))
Ora nem mais!
Levar com um será um galo dos diabos!
:)))
Já tinha acontecido o mesmo com um certo modelo de sapatos fabricado na Turquia.
Pois foi. Nesse caso até deu direito a uma oferta de emprego.
E por cá? Já foram dadas opções, se bem que o galo seja leve, é oco, só falta haver candidatos a levar com as obras de arte.
Isso é que vai ser difícil, arranjar candidatos.
É que isto não é propriamente Itália, onde o alvo se mete a jeito…… pois claro…