Boa ideia. O Ministério da Educação adiou a introdução do famigerado acordo ortográfico brasileiro-brasileiro de 2010 para 2012 ou 2013. Ou 2014. Se não chover.
De acordo
jmmcc,
Boa ideia. O Ministério da Educação adiou a introdução do famigerado acordo ortográfico brasileiro-brasileiro de 2010 para 2012 ou 2013. Ou 2014. Se não chover.
Na minha opinião devia ser adiado indefinidamente. Com este acordo querem por os portugueses a falar brasileiro. Em vez de fazerem exactamente o contrário que era de ensinar os brasileiros a falarem português.
Na verdade, nem sei se seria preciso pôr os brasileiros a falar português, Anselmo. Mas pôr os portugueses a falar português, isso sem dúvida.
E como, João…
Adiou? Quem disse ? onde é que isso vem?
Em tudo quanto é notícia, ontem e hoje.
Ôba! Qui lêgau, cara!
:)))))))
Básicámentchi.
Acho uma péssima ideia. Quem tem filhos em idade escolar sabe bem que estupidez é ensinar as crianças que há letras que não se lêem nem servem para nada – a não ser para complicar a escrita e torná-la matéria para eruditos.
Este argumento é espantoso. Como aprenderão tantos os filhos de ingleses e franceses em idade escolar aprender palavras inglesas e francesas com letras que não se dizem? Como irão os filhos do inglês técnico aprendê-las também na escola primária socrática?!…
Hehe…
O acordo devia ser radical: se é para suprimir as consoantes mudas, comece-se por eliminar de vez o H. E algumas outras inutilidades gráficas. O acento no i de Luís, por exemplo.
É um facto que o acordo peca por escasso. O h mudo deveria de facto desaparecer (não existe no italiano, por exemplo). E outras mudanças haveria a fazer.
Mas mais vale pouco que nada.
Mas o Luís já ponderou o quão desagradável seria, por exemplo, escrever “úmido” em vez de “húmido”, como aliás fazem os nossos primos brasileiros? Já viu bem o atentado que se fazia a uma palavra tão polissémica, retirando-lhe o h mudo? Não lhe parece que o h de “húmido” é diferente, em termos fonéticos, do ú de “úmido”?
De fato. Quero dizer: de facto.
É uma norma ortográfica que, quando a palavra termina em z, não tem acento; quando termina em s, tem. Por exemplo, “pás” (plural de pá) mas “paz”.
Antigamente escrevia-se de facto Luiz. E certamente ainda há quem escreva o nome assim. Escrevendo-se com s, tem que se pôr acento. Mas é claro que se poderia passar a escrever tudo com z.
E que tal com z-de-zedilha?
Mas donde veio a notícia? Cumpts.
De tudo quanto é notícia, ontem e hoje.
Veremos se é a última posição do governo. Não sei porquê, mas a ministra não me convence. Talvez por ter lido excertos de umas aventuras aqui e ali e ter pensado: se governar tão bem como escreve…
Não sei, mas se ela escrever tão bem como fala…
Belíssima ideia. Por cá, nas escolas, parece que a entrada em vigor também está mais ou menos em águas de bacalhau. A ver vamos, a ver vamos.
Por cá?
Por cá, Lisboa, eu digo, velho compincha.
Alguns honestos deixaram cair o H, talvez como protesto contra as ‘consoantes mudas’. Ficaram onestos.
Alguns homens também. Ficaram omens.
O Minsitério da Educação diz que sim a tudo por estes dias. Gostava de saber o que diz Sócrates relativamente a tudo o que se tem passado na Educação. Uma vergonha.