La Vanguardia: «Erros que não devem repetir-se.»
El País: «Futuro incerto.»
El Mundo: «A solidão da razão cívica.»
Libertad Digital: «Até aqui, presidente.»
El Español: «A única saída para uma grande crise nacional.»
La Vanguardia: «Erros que não devem repetir-se.»
El País: «Futuro incerto.»
El Mundo: «A solidão da razão cívica.»
Libertad Digital: «Até aqui, presidente.»
El Español: «A única saída para uma grande crise nacional.»
Lendo Em País :
“Otro dato igualmente positivo es la pérdida de posiciones del conjunto de los independentistas, tanto en escaños (pasan de 72 a 70) como en voto popular”
Dato igualmente positivo…..por aqui se vê a imparcialidade jornalística dos periódicos de Castela. Mais palavras para quê. ….com as cargas policiais, a saída de empresas e este tipo de jornalismo teremos belos resultados cozinhados….
El Pais deve ser o Observador (ou o i ou o SOL ou algum outro pseudo-jornal de direita) espanhol.
Só o jornal de língua espanhola mais influente e com maior difusão no mundo. Também com edição em catalão – só os imbecis ignoram este facto. a
https://cat.elpais.com/seccion/cataluny
Sim, Pedro! Mas porquê “outro dado igualmente positivo “….o País é algum periódico político?
O País não é periódico. É permanente.
Felizmente.
O espanholista Pedro Correia acabou de sugerir que escrever em catalão implica que se é isento. Agora percebo porque é que a maior parte dos jornais do Estado Espanhol são a decadência que são. É por não escreverem em catalão!
PS: sabe quais eram os jornais de língua alemã mais influentes no mundo nos anos 30?
Experimente escrever isso tudo de novo. Mas em catalão.
Se não souber escrever catalão, como eu desconfio, você não me engana: é um perigoso “espanholista”.