É preciso ter memória quando se fala do OE 2016


Sérgio de Almeida Correia,

photo.jpg“O Executivo de Passos Coelho podia ter pressionado “de forma visível” a troika para fazer “uma revisão global” das metas do memorando e não soube “fazer a pedagogia necessária” para reduzir a despesa pública, diz. Catroga questiona mesmo a “qualidade” das reformas estruturais levadas a cabo nos últimos três anos. Em termos políticos, o antigo conselheiro do primeiro-ministro diz que a crise política de 2013 “atrasou o processo” da recuperação portuguesa e questiona a falta de consensos.” – Observador

0 comentários em “É preciso ter memória quando se fala do OE 2016”

  1. Esse do alto da sua reforma pode fazer-nos um grande favor que é ir vomitar as suas teorias para a sanita da casa de banho que queria penhorar no antigo Estádio das Antas.
    Este pertence á camarilha de bajuladores e traidores que nos trouxe até aqui.

    Para que algo cresça e medre num terreno. 1º é preciso limpa-lo das ervas daninhas, giestas e silvas. só depois poderá ser cultivado, enquanto não se limpar a Terra nada lá poderá crescer e medrar.

  2. E quando se fala dos orçamentos de 2015, 2014, 2013 e 2012, essa teoria da memória também se aplica?

  3. Não houve reformas estruturais porque o Passos limitou-se a tentar sustentar o Estado-Regime que temos.

    Claro que com a esquerda supostamente moderada transformada em marxista pura e dura ele passa por neoliberal quando é bem mais socialista que Sá Carneiro.

    Passos nada fez para destruir o sistema de atraso de riqueza de décadas baseado no endividamento e como resultado compadrios com o Estado.

  4. Tem toda a razão, é só ler o post do Pedro Correia mais abaixo. Depois do desastre de 2009 e 2010, 21% de défice acumulado nos dois anos, 21%, estão a preparar outra. Se houver bancarrota merecem a prisão.

  5. Está na hora de chamar o Filipão, que anda a treinar (e talvez a dar mais uns murros) lá pela China, para vir defender o menino.
    Não se ataca assim o menino.
    Que despudor.

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