“O Executivo de Passos Coelho podia ter pressionado “de forma visível” a troika para fazer “uma revisão global” das metas do memorando e não soube “fazer a pedagogia necessária” para reduzir a despesa pública, diz. Catroga questiona mesmo a “qualidade” das reformas estruturais levadas a cabo nos últimos três anos. Em termos políticos, o antigo conselheiro do primeiro-ministro diz que a crise política de 2013 “atrasou o processo” da recuperação portuguesa e questiona a falta de consensos.” – Observador
É preciso ter memória quando se fala do OE 2016
Sérgio de Almeida Correia,

Esse do alto da sua reforma pode fazer-nos um grande favor que é ir vomitar as suas teorias para a sanita da casa de banho que queria penhorar no antigo Estádio das Antas.
Este pertence á camarilha de bajuladores e traidores que nos trouxe até aqui.
Para que algo cresça e medre num terreno. 1º é preciso limpa-lo das ervas daninhas, giestas e silvas. só depois poderá ser cultivado, enquanto não se limpar a Terra nada lá poderá crescer e medrar.
E quando se fala dos orçamentos de 2015, 2014, 2013 e 2012, essa teoria da memória também se aplica?
Não houve reformas estruturais porque o Passos limitou-se a tentar sustentar o Estado-Regime que temos.
Claro que com a esquerda supostamente moderada transformada em marxista pura e dura ele passa por neoliberal quando é bem mais socialista que Sá Carneiro.
Passos nada fez para destruir o sistema de atraso de riqueza de décadas baseado no endividamento e como resultado compadrios com o Estado.
Tem toda a razão, é só ler o post do Pedro Correia mais abaixo. Depois do desastre de 2009 e 2010, 21% de défice acumulado nos dois anos, 21%, estão a preparar outra. Se houver bancarrota merecem a prisão.
Está na hora de chamar o Filipão, que anda a treinar (e talvez a dar mais uns murros) lá pela China, para vir defender o menino.
Não se ataca assim o menino.
Que despudor.