A imagem mostra uma realidade que deixa tontos muitos norte-americanos: certas autoestradas em perímetros urbanos e suburbanos são caóticas e põem-lhes os nervos em fanicos.
Não querem aprender, os norte-americanos. Venham cá e ponham os olhos no que temos. Quem é que se importa com isso, em Lisboa e no Porto? A gente, quando quer arejar a cuca, vai dar uma volta em qualquer das outras autoestradas que estão às moscas. É um descanso para o sistema nervoso.
Ficamos tontos na mesma, é claro, mas por outro motivo: é preciso ter muita cabecinha para construir autoestradas só para arejarmos a cuca.


E não é que é bem pensado! Isto demora um tempão a pensar! Há quem diga que a secretária do PM já tem dois buracos!……. Não, João! Que mania que os portugueses têm!! Dois buracos dos cotovelos do PM , por pensar tanto. Além disso alivia o Zé……Povinho! Na carteira, claro!
Ora bem.
Os crimes económicos das ‘elites’ do regime democrático, hão-de no futuro ser objecto de um estudo e livro de um historiador.
Do século XIX e do regime liberal, temos de Vasco Pulido Valente “Os devoristas”.
Curioso título.
A Lusitânia, nas mãos dos caga auto estradas.
E dos pequenos crimes económicos associados.
Veja-se o anúncio de página inteira no último Expresso, qual o preço, que custos?
Casal de jovens, um traço a ligar Tomar a Viseu, como um símbolo da felicidade que os espera – mais uma auto route.
Mas se a estradinha até se pode justificar, para quê uma página do Expresso/publicidade?
Paga a EP, aliás de forma disfarçada o Estado, aliás o povo. O povo, que se lixe. Paga duas vezes.
JB
Pois.
Qual aragem refrescante?!
Com a brasa incandescente
neste churrasco penhorado,
o regabofe indecente
terá um fim depauperado.
Com tanta carne no grelhador
já estando bem aquecida,
sente-se a pairar o odor
da certeza enegrecida.
O discurso descartável,
qual aragem refrescante,
tem sido tão lamentável
e pouco edificante.
O desfecho certo: lamentável e pouco edificante mesmo.
Quando fala dos EUA fala do Estado de Connecticut ou do Colorado por exemplo? É que a diferença é abismal. De NY a Bridge Port tem seis possibilidades de auto vias de Bridge Port a Waterbury pode ir por quatro, na variante para New Haven (Yale) oito… Claro que também lhe arranjo Estados que as ligações de cidades se fazem por vias unicas de terra batida. Enfim! Complexos.
Será que essa diferença está contida no texto? «Certas autoestradas em perímetros urbanos e suburbanos são caóticas». Repito: «certas autoestradas».
Fui há dias ao Porto sem praticamente usar a A1, e tive a sensação de que a auto-estrada tinha sido construída só para mim. Um luxo asiático. Isto, sim, é progresso. Ainda bem que somos um país rico!
Claro. Tudo pensado para evitar o ‘stress’.