Pedro, regularmente, o intelectual é um Homem que toma como modelo do mundo o seu quintal. É por causa disso que a maioria, deles, se torna ininteligível e solitária e vice versa e a alienação a sua última estação.
Mais ou menos como os poemas, e os poetas, do amor. Gostamos de os ler ao mesmo tempo que sabemos que o amor real não é tão bem rimado.
Ultimamente não acertas uma. O documento fala de governos que vêm nesta pandemia um pretexto para se arrogarem um poder desmedido, suspender o estado de direito, a democracia representativa e mesmo o sistema de justiça. Achas mesmo que é o caso de Portugal? Que é que andas a tomar, pá?
O documento? Qual documento? Vê-se logo que és funcionário público para usares esta linguagem dos burocratas.
És tão imbecil que nem percebes o que escrevi. Gostaria de ver os intelectuais portugueses menos preocupados com o seu umbigo e mais preocupados com as fortíssimas restrições aos direitos e liberdades e garantias que, a pretexto da pandemia, se vão registando por esse mundo. Incluindo em países onde têm vigorado sistemas democráticos. Não têm de inventar nada: basta-lhes copiarem a iniciativa do Prémio Nobel Mario Vargas Llosa.
P. S. – Confundes “vêm” com “vêem”. Aproveita a Telescola, agora ressucitada.
Não leves a mal mas aproveito melhor o dia a ler as coisas brilhantes que escreves :-))
“entre o verbo ver e o verbo vir” Não exagere, já está a pedir demasiado. Ele não consegue.
Essa diferença de conjugação verbal só é explicada no Propedêutico ou na Universidade Aberta (não sei bem). Não sejas demasiado exigente, Pedro
Faz Vargas Llosa muito bem. De notar que o autoritarismo em Espanha é muito pior do que em Portugal. Têm sido divulgadas nas redes sociais imagens, bem desagradáveis, da polícia a agredir à bastonada indivíduos que são apanhados fora de casa. O próprio confinamento é bem mais agressivo do que o português, com as pessoas, inclusivé as crianças, a nem ser autorizadas a passear fora de casa.
Para estes tempos de inquietude, A festa do Chibo de Mário Vargas Lloza – um caso medonho na República Dominicana em tempos de ditadura – é bem capaz de nos dar trazer imagens de pesadelo, a acrescentar à falta de liberdade com que mansamente nos vamos confinando.
Para estes tempos de inquietude, A festa do Chibo de Mário Vargas Lloza – um caso medonho na República Dominicana em tempos de ditadura – é bem capaz de nos dar trazer imagens de pesadelo, a acrescentar à falta de liberdade com que mansamente nos vamos confinando. (Peço perdão por não me ter identificado; coisa que detesto, por princípio)
Curioso que meio país (e 2/3 do governo) está preocupado com o planeamento do cumprimento do distanciamento social nas praias*, mas não vejo algo sobre transportes públicos.
Parece que é ilegal tirar a febre à malta lá no emprego. Quem diria.
Não estou preocupado com essas coisas da restrição dos direitos, a democracia está pujante, a celebração de amanhã contra todas as vozes neo-liberais-fascizóides-capitalistas-imperialistas é prova disso.
* vão colocar perpendicular à costa aqueles sepadores de pistas de natação?
Os “intelectuais”, cá, assinaram e manifestaram-se solidários com o Siryza (um dos assinantes e manifestantes é agora Secretário de Estado do Cinema e Audiovisual). Também andaram a clamar que a troika se lixasse – curiosamente, não mostraram preocupação igual para com quem a chamou tendo-o, inclusivé, apoiado nas eleições. E também assinaram petições públicas a dizer que “a cultura está com António Costa” – porque os nossos intelectuais, permantentemente a clamar a sua independência de espírito, estão sempre dispostos a servirem de botão na lapela do partido que lhes vai distribuindo algumas lentilhas.
https://www.google.com/amp/s/www.publico.p t/2020/03/15/sociedade/ensaio/medo-19078 61/amp
Em Portugal os intelectuais não movem porque os “portugueses” não ouvem.
Por cá e por aí sempre se deu mais importância ao braço que à “cabaça” .
Vorph Danton Valknut
… deu-se…
Adenda :
Esta avatar vai mesmo comigo 🙂
Cuidado com as Carlotas.
O cabelo fica melhor assim.
José de Bêtum
Intelectual tuga, em regra, só olha para o seu quintal.
Nos intervalos que lhe sobra de mirar o próprio umbigo.
Pedro, regularmente, o intelectual é um Homem que toma como modelo do mundo o seu quintal. É por causa disso que a maioria, deles, se torna ininteligível e solitária e vice versa e a alienação a sua última estação.
Mais ou menos como os poemas, e os poetas, do amor. Gostamos de os ler ao mesmo tempo que sabemos que o amor real não é tão bem rimado.
Onde está António Barreto?
Intelectuais em Portugal ? Pseudointelectuais há muitos, agora intelectuais…..
Boa tarde , estou a ver o Sr. Rui Tavares numa aula da telescola de história e geografia , isto está a tornar-se perigoso .
Luis Almeida
Caramba, você não arranja nada melhor para ver?
Boa tarde ,
acabei agora de ver uma aula de educação física , é assim uma mistura de zumba com dança do varão .
Do melhor .
Luis Almeida
As armas e os varões assinalados, como cantava o poeta. Coisa fina.
Ultimamente não acertas uma.
O documento fala de governos que vêm nesta pandemia um pretexto para se arrogarem um poder desmedido, suspender o estado de direito, a democracia representativa e mesmo o sistema de justiça.
Achas mesmo que é o caso de Portugal? Que é que andas a tomar, pá?
O documento? Qual documento?
Vê-se logo que és funcionário público para usares esta linguagem dos burocratas.
És tão imbecil que nem percebes o que escrevi.
Gostaria de ver os intelectuais portugueses menos preocupados com o seu umbigo e mais preocupados com as fortíssimas restrições aos direitos e liberdades e garantias que, a pretexto da pandemia, se vão registando por esse mundo. Incluindo em países onde têm vigorado sistemas democráticos.
Não têm de inventar nada: basta-lhes copiarem a iniciativa do Prémio Nobel Mario Vargas Llosa.
P. S. – Confundes “vêm” com “vêem”. Aproveita a Telescola, agora ressucitada.
Por aquilo que escreves deves estar muito preocupado com restrições aos direitos e liberdades, deves:-))
PS: O nome do senhor é só Mario Vargas Llosa, ok? Prémio Nobel, não faz parte, ok?
Pergunta lá na Telescola o que é um Prémio Nobel.
Na telescola ensinaram-me que o Arafat ganhou o da paz em 1994 eheheh
Para o caso específico deste aluno, sugiro a telescola dos Açores
https://www.youtube.com/watch?v=O9jfp825 990
Esqueci-me pá, desculpa: um manifesto é um documento escrito, aprendi agora na telescola
Agora vai aprender as diferenças de conjugação entre o verbo ver e o verbo vir. Assim aproveitas bem o dia.
Não leves a mal mas aproveito melhor o dia a ler as coisas brilhantes que escreves :-))
“entre o verbo ver e o verbo vir” Não exagere, já está a pedir demasiado. Ele não consegue.
Essa diferença de conjugação verbal só é explicada no Propedêutico ou na Universidade Aberta (não sei bem).
Não sejas demasiado exigente, Pedro
Faz Vargas Llosa muito bem.
De notar que o autoritarismo em Espanha é muito pior do que em Portugal. Têm sido divulgadas nas redes sociais imagens, bem desagradáveis, da polícia a agredir à bastonada indivíduos que são apanhados fora de casa. O próprio confinamento é bem mais agressivo do que o português, com as pessoas, inclusivé as crianças, a nem ser autorizadas a passear fora de casa.
Factual.
Para estes tempos de inquietude, A festa do Chibo de Mário Vargas Lloza – um caso medonho na República Dominicana em tempos de ditadura – é bem capaz de nos dar trazer imagens de pesadelo, a acrescentar à falta de liberdade com que mansamente nos vamos confinando.
Pois.
Para estes tempos de inquietude, A festa do Chibo de Mário Vargas Lloza – um caso medonho na República Dominicana em tempos de ditadura – é bem capaz de nos dar trazer imagens de pesadelo, a acrescentar à falta de liberdade com que mansamente nos vamos confinando.
(Peço perdão por não me ter identificado; coisa que detesto, por princípio)
Muita sorte agora. Há-de chegar um tempo em que lhe medirão a temperatura se quiser comentar num blogue.
Já esteve muito mais longe.
Curioso que meio país (e 2/3 do governo) está preocupado com o planeamento do cumprimento do distanciamento social nas praias*, mas não vejo algo sobre transportes públicos.
Parece que é ilegal tirar a febre à malta lá no emprego. Quem diria.
Não estou preocupado com essas coisas da restrição dos direitos, a democracia está pujante, a celebração de amanhã contra todas as vozes neo-liberais-fascizóides-capitalistas-im perialistas é prova disso.
* vão colocar perpendicular à costa aqueles sepadores de pistas de natação?
Os “intelectuais”, cá, assinaram e manifestaram-se solidários com o Siryza (um dos assinantes e manifestantes é agora Secretário de Estado do Cinema e Audiovisual). Também andaram a clamar que a troika se lixasse – curiosamente, não mostraram preocupação igual para com quem a chamou tendo-o, inclusivé, apoiado nas eleições. E também assinaram petições públicas a dizer que “a cultura está com António Costa” – porque os nossos intelectuais, permantentemente a clamar a sua independência de espírito, estão sempre dispostos a servirem de botão na lapela do partido que lhes vai distribuindo algumas lentilhas.
Já morreram.
Qual é o termo de comparação entre Portugal e os países mencionados naquele artigo?
José de Bêtum