34 comentários em “E os intelectuais portugueses?”

      1. Pedro, regularmente, o intelectual é um Homem que toma como modelo do mundo o seu quintal. É por causa disso que a maioria, deles, se torna ininteligível e solitária e vice versa e a alienação a sua última estação.

        Mais ou menos como os poemas, e os poetas, do amor. Gostamos de os ler ao mesmo tempo que sabemos que o amor real não é tão bem rimado.

  1. Boa tarde , estou a ver o Sr. Rui Tavares numa aula da telescola de história e geografia , isto está a tornar-se perigoso .
    Luis Almeida

      1. Boa tarde ,
        acabei agora de ver uma aula de educação física , é assim uma mistura de zumba com dança do varão .
        Do melhor .

        Luis Almeida

  2. Ultimamente não acertas uma.
    O documento fala de governos que vêm nesta pandemia um pretexto para se arrogarem um poder desmedido, suspender o estado de direito, a democracia representativa e mesmo o sistema de justiça.
    Achas mesmo que é o caso de Portugal? Que é que andas a tomar, pá?

    1. O documento? Qual documento?
      Vê-se logo que és funcionário público para usares esta linguagem dos burocratas.

      És tão imbecil que nem percebes o que escrevi.
      Gostaria de ver os intelectuais portugueses menos preocupados com o seu umbigo e mais preocupados com as fortíssimas restrições aos direitos e liberdades e garantias que, a pretexto da pandemia, se vão registando por esse mundo. Incluindo em países onde têm vigorado sistemas democráticos.
      Não têm de inventar nada: basta-lhes copiarem a iniciativa do Prémio Nobel Mario Vargas Llosa.

      P. S. – Confundes “vêm” com “vêem”. Aproveita a Telescola, agora ressucitada.

      1. Por aquilo que escreves deves estar muito preocupado com restrições aos direitos e liberdades, deves:-))

        PS: O nome do senhor é só Mario Vargas Llosa, ok? Prémio Nobel, não faz parte, ok?

          1. Não leves a mal mas aproveito melhor o dia a ler as coisas brilhantes que escreves :-))

          2. “entre o verbo ver e o verbo vir” Não exagere, já está a pedir demasiado. Ele não consegue.

          3. Essa diferença de conjugação verbal só é explicada no Propedêutico ou na Universidade Aberta (não sei bem).
            Não sejas demasiado exigente, Pedro

  3. Faz Vargas Llosa muito bem.
    De notar que o autoritarismo em Espanha é muito pior do que em Portugal. Têm sido divulgadas nas redes sociais imagens, bem desagradáveis, da polícia a agredir à bastonada indivíduos que são apanhados fora de casa. O próprio confinamento é bem mais agressivo do que o português, com as pessoas, inclusivé as crianças, a nem ser autorizadas a passear fora de casa.

  4. Para estes tempos de inquietude, A festa do Chibo de Mário Vargas Lloza – um caso medonho na República Dominicana em tempos de ditadura – é bem capaz de nos dar trazer imagens de pesadelo, a acrescentar à falta de liberdade com que mansamente nos vamos confinando.

  5. Para estes tempos de inquietude, A festa do Chibo de Mário Vargas Lloza – um caso medonho na República Dominicana em tempos de ditadura – é bem capaz de nos dar trazer imagens de pesadelo, a acrescentar à falta de liberdade com que mansamente nos vamos confinando.
    (Peço perdão por não me ter identificado; coisa que detesto, por princípio)

  6. Curioso que meio país (e 2/3 do governo) está preocupado com o planeamento do cumprimento do distanciamento social nas praias*, mas não vejo algo sobre transportes públicos.

    Parece que é ilegal tirar a febre à malta lá no emprego. Quem diria.

    Não estou preocupado com essas coisas da restrição dos direitos, a democracia está pujante, a celebração de amanhã contra todas as vozes neo-liberais-fascizóides-capitalistas-imperialistas é prova disso.

    * vão colocar perpendicular à costa aqueles sepadores de pistas de natação?

  7. Os “intelectuais”, cá, assinaram e manifestaram-se solidários com o Siryza (um dos assinantes e manifestantes é agora Secretário de Estado do Cinema e Audiovisual). Também andaram a clamar que a troika se lixasse – curiosamente, não mostraram preocupação igual para com quem a chamou tendo-o, inclusivé, apoiado nas eleições. E também assinaram petições públicas a dizer que “a cultura está com António Costa” – porque os nossos intelectuais, permantentemente a clamar a sua independência de espírito, estão sempre dispostos a servirem de botão na lapela do partido que lhes vai distribuindo algumas lentilhas.

Deixe um comentário

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *