4 comentários em “É o que temos”

  1. Caro sr Sérgio, Passos não disse o que é afirmado no post.
    Apenas que Costa não poderia contar com os votos do PSD para aprovar as medidas que não fossem caucionadas pelos partidos com quem Costa garantiu ter um acordo firme e estável.
    Desvirtuar o sentido do seu discurso para nivelar o Passos pelo Costa, não é sério.

    Cumprimentos

    1. “O PS não tem nenhuma legitimidade para nos pedir seja o que for. No dia em que o PS tiver de depender dos votos do PSD ou do CDS-PP para aprovar alguma matéria que seja importante, eu espero é que o doutor António Costa peça desculpa ao país, diga que enganou o país na solução que corporizou ao derrubar o Governo anterior para poder oferecer um Governo minoritário e instável no parlamento, e se demita”, afirmou Pedro Passos Coelho.”

      Hoje, dia da votação do orçamento rectificativo, teria sido um bom dia para Passos Coelho pedir a demissão de António Costa.

      1. Caro Sérgio,
        As declarações de Passos têm sido bastante truncadas. Veja-se p.e. a entrevista de novembro de 2015 à RTP (citado em http://www.jn.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=4895344)
        ‘Questionado se o PSD tenciona votar sempre contra as medidas de um Governo do PS, respondeu: “Não é isso que eu estou a dizer. O PSD decidirá de acordo com aquilo que entender que deve ser o interesse nacional”.’
        Mas concordo que devia pedir a demissão de António Costa (ainda que sabendo que ela não iria ocorrer e mantendo o sentido de voto, se acha que é o que melhor defende o interesse nacional – eu não acho, mas isso nada interessa para este efeito).
        Cumprimentos

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