Maria Luís Albuquerque está a ser contactada pelas várias televisões que querem transmitir em directo os sorteios e que pretendem que seja a titular da pasta das finanças a apresentadora. Liliana Campos já se ofereceu para dar umas dicas quanto à indumentária a usar. A ministra, no entanto, já revelou que prefere o estilo de Serenella Andrade, enquanto aguarda ainda que a troika se pronuncie sobre o assunto.
Santana Lopes, na qualidade de Provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa, entidade gestora dos jogos sociais concedidos pelo Estado, disse a propósito que seria interessante ter uma piscina cheia de facturas onde pudessem mergulhar algumas beldades. Isto para tornar ainda mais apetecível o combate à evasão fiscal.
Apesar do interesse inicial, as administrações das televisões já mostraram a sua preocupação em relação às audiências. É que muitos funcionários públicos, mesmo desconhecendo a fundo as leis das probabilidades, têm-se mostrado pouco entusiasmados dado o reduzido número de facturas que inevitavelmente virão a pedir.
O ministro da Economia veio, entretanto, dizer que está também a lutar pela criação de um sorteio semelhante para os estabelecimentos que passam as facturas. O prémio, neste caso, poderia ser uma descida no valor do IVA a cobrar no sortudo estabelecimento. “Ao menos um”, terá desabafado.

Para merecer mesmo o nome de “economia de casino”, deveria ser roleta.
Porém, na versão choldra calhou-nos a lotaria popular.
Rien ne va plus…
Pois, já que les jeux sont faits …
Ísto há muito que assumiu contornos do foro psiquiátrico, Ana. Já nada me admira.
Essa do Santana Lopes está muito bem apanhada, sim senhora, why not?
Nunca se sabe… 🙂
Eheheh. Bem apanhado, Ana. E já agora, porque não uma “Casa dos Segredos Fiscais”?
Ui! Isso sim, seria de arromba… 🙂