Os fresquinhos dos comunistas a defenderem a situação que se vive na Venezuela.
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Com um salário mínimo de cerca de 2,95€ é fácil de entender que a fartura seja tanta que a migração dos venezuelanos está no topo do ranking dos refugiados que não fogem da guerra.

Os comunistas não querem que a comida seja vendida mas sim que ela seja distribuída. O Estado deve controlar tudo, incluindo a quantidade de comida de que cada um dispõe.
Após mais de um século de fome, miséria e morte, é incrível como é que conseguem parecer convictos na sua fé.
Não há paciência para estes senhores. Eles acreditam mesmo nisto!
E o país está suspenso à espera que o Orçamento de Estado passe pelo controlo de qualidade do PCP. A minha aposta é que o acabarão por aprovar, o que a acontecer, mostrará o caminho que levamos.
Batatas, no plural: podem ser duas do tamanho de um ovo de canário, mas é plural. Arroz: quantos bagos contados? Atum, leite, óleo alimentar: quantos anos já fora de prazo?
O arroz do cabaz é a chamada trinca de arroz, que não é mais que o que sobra do descasque. Mas o mais abundante do cabaz deve ser mesmo o “entre muitas outras coisas”. Esse é alimento mais eficaz para combater a obesidade.
Na Venezuela não deve haver epidemia de obesos como em Portugal. Mais uma prova de que o sistema funciona.
Orçamento, PCP vai aprovar, o Camarada Jerónimo é um estadista responsável. Tal como a senhora contra as touradas. Estamos bem entregues.
Já vimos que por cá só se muda de direção depois de acertar na parede. O melhor é apertar o cinto de segurança.
Eu só não entendo porque é que estes tipos não emigram para lá…
O que se pode desejar mais da vida que um cabaz de comida a um euro? E para aumentar ainda mais a paz de espírito, nem é necessário escolher o que incluir…
Ele tem uma votação do orçamento à espera e é por isso que não foge para o paraíso.
para aumentar ainda mais a paz de espírito, nem é necessário escolher o que incluir…
Pode crer. Uma razão pela qual muita “liberdade para escolher” (como escreveu Milton Friedman) pode ser prejudicial é que as escolhas podem ser tantas que as pessoas ficam com o espírito perturbado, bloqueado, e acabam por nem saber como escolher, e consequentemente por fazer más ou péssimas escolhas. Frequentemente, é preferível haver poucas opções à escolha do que haver muitas.
Então zero opções melhor ainda. Não gastamos o cérebro com decisões, e alma nunca fica com a sensação de que fez uma má escolha. Só vitórias.
Isto de sermos bumanos é um grande problema para os Comunistas e para o balio.
E então quando os humanos oferecem escolha a outros humanos pode ser prejudicial…
Vejam até o malvado Milton Friedman disse que era bom haver escolha.
Nem sei como o balio escolheu a mulher dele…e vice versa…

É preferível só 3 personalidades tipo estarem disponíveis para os humanos no máximo, mais torna-se complicado e provoca bloqueios…quais tipo? tal será definido numa comissão presidida pelo balio. Um chip será inserido.
Nem sei como o balio escolheu a mulher dele…
Porque havia pouca escolha. Se somente há 3 ou 4 mulheres por entre as quais escolher (porque as restantes estão indisponíveis por qualquer motivo, ou porque nem sequer se conhece a maior parte das mulheres existentes no mundo), então consegue-se escolher sem grande margem para erro. Agora se houver 30 ou 40 mulheres por onde escolher, o caso muda de figura. O mais provável é o cérebro do homem ficar tão baralhado que acaba por não conseguir escolher nenhuma delas em tempo útil.
“Porque havia pouca escolha. Se somente há 3 ou 4 mulheres por entre as quais escolher (porque as restantes estão indisponíveis por qualquer motivo, ou porque nem sequer se conhece a maior parte das mulheres existentes no mundo), então consegue-se escolher sem grande margem para erro. Agora se houver 30 ou 40 mulheres por onde escolher, o caso muda de figura.”
Então o balio prefere 3-4 mesmo sabendo que há muito mais probabilidade de 100% de 3-4 serem todas más escolhas do que em 30-40…?
Ah, é então essa a razão porque as ditaduras não permitem liberdade de voto. Protegem o povo do stress traumático das escolhas. Sempre, sempre a pensar no bem do “nosso povo”!
fatimamp, não me interprete mal. Eu não disse que sou contra a liberdade de escolha (e de voto). Disse é que, se o número de opções por onde entre escolher fôr demasiado, isso não traz benefício nenhum, pelo contrário, até é capaz de prejudicar.
Eu odeio ir a lojas grandes onde há demasiada escolha de produtos. Fico exactamente como diz, com o espírito perturbado e bloqueado. Mas gosto de saber que essas lojas existem, se me apetecer comprar um produto específico. Ou seja, eu decido ir a lojas pequenas onde me é mais fácil comprar, mas posso decidir ir a uma loja grande e até fazer más escolhas se for o caso. É cá comigo.
Eu posso decidir mandar vir um cabaz de produtos da época que não escolho, mas também posso decidir comer brócolos todos os dias.
MAs tenho esta estranha mania de não gostar que decidam por mim…
odeio ir a lojas grandes onde há demasiada escolha de produtos
Exatamente.
Algumas vezes desejei comprar um iogurte num supermercado. Foi uma tarefa dificílima. Há tantos iogurtes, e sucedâneos de iogurte, que se torna extremamente difícil optar.
Ou então, escolher um pacote de telemóvel. Há tantos por entre os quais optar, que se torna dificílimo fazer a opção correta. E, além de difícil, traumatizante para o cérebro, porque se fica desorientado e sem se saber com base em que parâmetros se deverá escolher.
Os iogurtes nas lojas grandes são também uma grande dificuldade para mim. Como pode haver tanta variedade num produto constituído por leite e bactérias… É preciso muita imaginação para encher um ou dois corredores com aquilo.


Se houverem duas pessoas em pânico no corredor dos iogurtes, sou eu e o Balio!!!
Se houver duas pessoas…. [<)]
Ó balio, essa teoria é o paradoxo do vendedor.
O vendedor não vende porque não tem ou o vendedor não tem porque não vende?
Não será melhor haver variedade de produto e haver liberdade de escolha sem haver o paternalismo do estado?
Carlos Sousa, em parte nenhuma dos meus comentários me viu a defender o paternalismo do Estado. Somente afirmei que um excesso de liberdade de escolha acaba por ser prejudicial. Tal como a generalidade das coisas, a liberdade de escolha é boa, mas somente na medida certa – nem pouca de mais, nem excessiva.
Nutrido como está, deverá dar o exemplo.
Na escala que vai de “famélico vítima do comunismo” até “comunista nutrido em país capitalista”, ele está no “Nutrido”.
O Sr. Miguel Tiago tem toda a razão:
“Nutricionistas alertam que portugueses estão comer o dobro e pedem ação do Governo
O INE conclui que o aporte calórico médio diário aumentou face à última análise (2012-2015) e que “representa duas vezes o valor recomendado”.”
https://observador.pt/2021/10/15/nutrici onistas-alertam-que-portugueses-estao-co mer-o-dobro-e-pedem-acao-do-governo/
Também concordo que deve ser criada uma comissão que determine o que cada português pode comer. De preferência essa comissão deve reunir diariamente à hora de jantar, num restaurante diferente, ao longo de um período não inferior a um ano.
Isso já existe, mas na linha do que eles gostam mesmo, formulam a coisa pelo lado da proibição.
Há uma música que eles pedem muitas vezes no Telefone Toca que começa assim:
“De pé, ó vítimas da fome!
De pé, famélicos da terra!”
Temos de reconhecer que a fome faz parte da identidade deles.
O PCP -332.473 ! votos num universo de cerca de 9 milhões de eleitores- é apenas uma reduzida, embora que muito activa politicamente, minoria. Sabem que não têm dimensão à escala nacional daí o tentarem se enaltecer, caricatamente, com aquilo que julgam ser argumeto em seu favor. Infinita pobreza social como argumento político é obra de arte!.
O Bloco -500.473 convictos votos- também sabe que só existe politicamente numa pequena faixa citadina e porque, curiosamente, introduz um desabafo para quem está fartinho com os vários Pêesses. Além disso confere uma componente algo divertida na sempre conivente actividade da comunicação social. O Bloco mantem-se fiel à sua génese, o teatro burlesco.
Afinal toda a restante actividade política, por cá, tem algo de burlesco a brincar com coisas sérias: um ex-País que para sobreviver está transformado num pedinte a tempo inteiro, graças a sucessivas administrações comunistas / socialistas.
E assim vamos empobrecendo alegremente…
Hoje, na Antena 1, o impagável Sena Santos (perdão, é pagável, dado que é pago por nós todos para obrar diariamente hossanas ao socialismo), sempre em demanda da última maldade do capitalismo, vitupera a tragédia dos “tantos milhões de insectos que morrem a cada dia nos pára-brisas de automóveis e camiões” e que “fazem falta ao ciclo da vida no campo”. Havia tanto para dizer, mas não me ocorre nada publicável.
Há uns anos havia uma malta que limpava os mosquitos dos para-brisas quando os carros estavam parados nos semáforos. Esses limpadores também fazem falta ao ciclo da vida do campo. Aqui na zona há falta de quem apanhe azeitona.
Há falta de quem a apanhe, mas não de quem a roube.
Os comunistas ainda vivem naquele mundo do patrão vs empregado. O patrão é o tipo da cartola que explora a classe operária, quanto muito tem meia dúzia de capatazes para agitar a chibata. Do outro lado estão os liberais, que vêem o empregado como o mariola que quanto menos fizer melhor, e passa 90% do seu tempo a tentar sacanear o chefe.
Em Portugal as relações laborais são baseadas na desconfiança mútua.
Quanto a mim, nem quem é o meu patrão sei… tenho uma porrada de chefias, mas também estas têm sempre um qualquer acima, que põe em causa o direito a desligar.
O PCP na versão patrão recusa-se a respeitar os direitos dos trabalhadores.
Não são trabalhadores, são colaboradores.
No caso são militantes assalariados, que quando discordaram (de braço no ar) das decisões do comité central, foram sujeitos ao tratamento com que os burgueses sonham dispensar a alguma da sua criadagem.
São trabalhadores com o dever de colaboração. Em toda a legislação laboral existente o “estatuto” jurídico é trabalhador e empregador/entidade patronal, seja no Código do Trabalho, seja em Contratos Colectivos de Trabalho, sejam noutra legislação laboral avulsa.
Os colaboradores não têm contrato de trabalho, mas sim um contrato de prestação de serviços ou até nem isso sendo colocados por empresas de prestação de serviços como por ex. os seguranças, que têm o dever, também, de colaboração.
Nos supermercados aparecem empregados com identificação de ‘Colaborador de Loja’, mas não se trata de categoria profissional que lhe enquadra o vencimento mínimo, antes um “posto de trabalho” para diferenciar com outros.
É fácil (fácil e nojento) ser comunista cá com bons ordenados nos liceus sem fazer a ponta de um corno, casinha própria, com a reforma acima da média já garantida (além da conta poupança-reforma sempre a encher). Nos desgraçados dos países onde tentam pôr aquela idiotice em prática nunca houve nem nunca haverá nada disso.
Excepto para os respectivos dirigentes.
Foram belos aqueles tempos em que vendíamos pernil de porco à fartazana para a Venezuela…
Alguém sabe onde anda Mário Lino?
Foi uma festa.
Sim senhor, tinha que aparecer a cassete.
Os talibãs foi coisa passageira, caramba eles ‘tamém só chateiam as mulheres, até são um emirado e ficaram com as armas usa e nato. Isso é lá com eles e não se fala mais nisso.
‘bora fazer um embargo à Venezuela, Cuba, Coreia do Norte e aos Russos do lado.
‘pera aí China, Vietname lá se safaram sem embargos e vê-se aquela chatice de vida e aquelas eleições há dias na Áustria da UE não é problema.
Por cá é que eles chateiam com isso do OE
Hãa?
Hãa? Sim, vá consultar o último (Setembro) acto eleitoral feito na Áustria da EU.
E não venha com os …………… (nem digo o nome que me arrepio) que me lembro logo dos níveis de vida dos chineses e nem acredito nos milhões de sem abrigo nas ruas das cidades americanas que devem estar bem gordinhos.