Não só estourou três mil milhões, como de caminho entregou de mão beijada a quota de mercado do Banif ao maior banco espanhol, fazendo deste por tuta e meia o segundo maior banco privado em Portugal. Ou seja, em apenas três semanas o Costa e o Centeno já fizeram “muito”. Mandaram às malvas um dos interesses nacionais permanentes que é não deixar os activos do Estado que não é possível manter em mãos “nacionais” cair na posse de interesses de potências continentais europeias, especialmente da Espanha. Por isso é que o anterior governo vendeu tanta coisa aos chineses (porque a alternativa eram os alemães) e na banca entrou “capital” angolano e não espanhol, até agora. A excepção foi a venda da ANA porque o comprador foi a Vinci, que é especializada nesta área, e como se vê está a investir nos aeroportos nacionais, ampliando-os para aumentar as áreas comerciais.
E a privatização da TAP, que estava na memorando de entendimento com a “troika”, foi adiada até que pudesse aparecer um comprador que não a British Airways/Iberia, a maior ameaça ao “hub” no Aeroporto de Lisboa. Mas até isso está agora ameaçado, se os socialistas quiserem reverter a privatização.
E esta cambada socialista ainda fala como se tivesse feito uma grande coisa. É como “aumentar” as pensões em 1 euro e dizer que a austeridade acabou. Que cambada de cínicos.
A propósito dos três mil milhões, lê-se isto e fica-se de pé-atrás, para não dizer outra coisa: http://blogues.publico.pt/tudomenoseconomia/2015/12/23/algumas-notas-soltas-sobre-o-banif/
Depois disto, não restam duvidas: voltaram os esquemas! começamos agora, dolorosamente, a perceber melhor porque é que tanta gente anda nas tvs e nos media em geral a dizer que o Costa é “um politico genial”: torrar três mil milhões no primeiro mês de governo não é para todos. Quem nos acode? já nem o Espírito Santo nos vale.
Toda a canalhada culpada pelo morte do jovem, procura sem despudor culpar o ministro Macedo (Goveno anterior), choram lágrimas de crocodilo, pedem a demissão em catadupa, sacodem a água do capote…(inclusive o Bastonário da OM)… quando a incúria deve ser imputada por inteiro aos responsáveis do hospital… Bastaria transferir o doente ou requisitar (pedir, rogar) uma equipa médica de outro hospital que viesse operá-lo… nunca mas nunca valerem-se de desculpas esfarrapas…
Caro Luís, será o “tempo novo” de António Costa uma referência literária a Aldous Huxley? Se sim, serão estas declarações movidas por um excesso de consumo de “soma”? Pergunto porque isto algum sentido terá. Não sei qual, mas terá… Um abraço
O outro demorou 6 anos, a este bastariam 3!
Não só estourou três mil milhões, como de caminho entregou de mão beijada a quota de mercado do Banif ao maior banco espanhol, fazendo deste por tuta e meia o segundo maior banco privado em Portugal. Ou seja, em apenas três semanas o Costa e o Centeno já fizeram “muito”. Mandaram às malvas um dos interesses nacionais permanentes que é não deixar os activos do Estado que não é possível manter em mãos “nacionais” cair na posse de interesses de potências continentais europeias, especialmente da Espanha. Por isso é que o anterior governo vendeu tanta coisa aos chineses (porque a alternativa eram os alemães) e na banca entrou “capital” angolano e não espanhol, até agora. A excepção foi a venda da ANA porque o comprador foi a Vinci, que é especializada nesta área, e como se vê está a investir nos aeroportos nacionais, ampliando-os para aumentar as áreas comerciais.
E a privatização da TAP, que estava na memorando de entendimento com a “troika”, foi adiada até que pudesse aparecer um comprador que não a British Airways/Iberia, a maior ameaça ao “hub” no Aeroporto de Lisboa. Mas até isso está agora ameaçado, se os socialistas quiserem reverter a privatização.
E esta cambada socialista ainda fala como se tivesse feito uma grande coisa. É como “aumentar” as pensões em 1 euro e dizer que a austeridade acabou. Que cambada de cínicos.
A propósito dos três mil milhões, lê-se isto e fica-se de pé-atrás, para não dizer outra coisa: mia/2015/12/23/algumas-notas-soltas-sobr e-o-banif/
http://blogues.publico.pt/tudomenosecono
Depois disto, não restam duvidas: voltaram os esquemas! começamos agora, dolorosamente, a perceber melhor porque é que tanta gente anda nas tvs e nos media em geral a dizer que o Costa é “um politico genial”: torrar três mil milhões no primeiro mês de governo não é para todos.
Quem nos acode? já nem o Espírito Santo nos vale.
A morte do jovem no Hospital S. José
Toda a canalhada culpada pelo morte do jovem, procura sem despudor culpar o ministro Macedo (Goveno anterior), choram lágrimas de crocodilo, pedem a demissão em catadupa, sacodem a água do capote…(inclusive o Bastonário da OM)… quando a incúria deve ser imputada por inteiro aos responsáveis do hospital… Bastaria transferir o doente ou requisitar (pedir, rogar) uma equipa médica de outro hospital que viesse operá-lo… nunca mas nunca valerem-se de desculpas esfarrapas…
canalhas…
Com certeza.
Na iminência da perda de uma vida a tudo se recorre não há desculpas – não há desculpas -.
Estoirou três milhões à custa de Passos e Portas e da UE. Não tente atirar areia para os olhos das pessoas que só cai quem quer.
BANIF fundado em 1988, não era um banco, era uma lavandaria.
Foda-se! e agora vem esta alimária lavar o que que ficou para traz.
Caro Luís, será o “tempo novo” de António Costa uma referência literária a Aldous Huxley? Se sim, serão estas declarações movidas por um excesso de consumo de “soma”? Pergunto porque isto algum sentido terá. Não sei qual, mas terá…
Um abraço