E, em Munique, perdão, Petrogrado, perdão, Kiev…


joaomsandre,

Enquanto a presumível futura presidente vai a tratamentos talvez nalguma clínica do Bundestag, outro candidato tem em casa a mais alta condecoração civil alemã. Pelo meio, a populaça da praça decidiu suspender a democracia e optar por processos revolucionários que bolcheviques e SA’s não desdenhariam. O próximo passo, imagino, será um enforcamento público, talvez juntamente com alguma amante.

 

A coisa ainda poderá correr bem, mas a cada dia duvido mais.

8 comentários em “E, em Munique, perdão, Petrogrado, perdão, Kiev…”

  1. A Alemanha anda a especializar-se no tratamento médico de amigos de Leste. Antes foi o Khodorkovsky, agora a Timotchenko. Tudo boa gente, fina e muito honesta. Que pena estaem doentes.

  2. Caro João,

    A 2ª Guerra Mundial acabou há pouco menos de 70 anos, ou seja, ontem – mais ainda quando a guerra fria manteve muita coisa preservada de forma criostática. E é preciso ver o que se passou para aquelas bandas…

  3. o objectivo da União Europeia/NATO/Estados Unidos foi levar o caos para a Ucrânia…só pode! num país falido!!!??…com fortes relações económica-sociais-militares à Rússia, desde há vários séculos…vários séculos…vários séculos…

    1. A Ucrânia sempre foi mais uma região e uma língua que realmente um país. Era um entreposto de impérios, que ficavam com aquele espaço quando caminhavam em direcção a leste ou oeste.

      O estar falida épouco importante. A importância geoestratégica não se mede no bancos. Além disso há outros recursos naturais úteis.

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