Soube agora por ti, Teresa. Conhecia muito bem o José Niza, dos tempos em que era deputado do PS na AR. Reencontrei-o depois na primeira campanha presidencial de Manuel Alegre. Foi sempre uma pessoa que estimei e respeitei, para além da admiração que tinha por ele: devo-lhe como consumidor de boa música, desde a infância e a adolescência, algumas das melhores canções das décadas de 60 e 70, nas vozes do Adriano Correia de Oliveira, do Carlos do Carmo e do Paulo de Carvalho e tantos outros. Mais outro número que apagarei um dia destes da minha agenda telefónica: têm sido tantos, nos últimos anos… Mas ficará para sempre comigo a memória deste homem generoso, solidário e bom.
“…o ficarmos Sós…”!
Desde Coimbra, onde se aprende a dizer Saudade.
Soube agora por ti, Teresa. Conhecia muito bem o José Niza, dos tempos em que era deputado do PS na AR. Reencontrei-o depois na primeira campanha presidencial de Manuel Alegre. Foi sempre uma pessoa que estimei e respeitei, para além da admiração que tinha por ele: devo-lhe como consumidor de boa música, desde a infância e a adolescência, algumas das melhores canções das décadas de 60 e 70, nas vozes do Adriano Correia de Oliveira, do Carlos do Carmo e do Paulo de Carvalho e tantos outros.
Mais outro número que apagarei um dia destes da minha agenda telefónica: têm sido tantos, nos últimos anos… Mas ficará para sempre comigo a memória deste homem generoso, solidário e bom.