De um “superministro” que ainda há meses perguntava se “(…) será mais justo um corte dos salários?” ou que “os portugueses tenham que pagar ainda mais impostos para que possamos manter o despesismo e o clientelismo do nosso Estado” até agora só tivemos “super bocas” e “super contratações“. E se assim é, natural será que no fim também se exijam “super resultados”. Pelo meu lado não deixarei de fazê-lo, já que estas coisas devem ser todas, já nem digo “super”, mas pelo menos proporcionais ao investimento e à riqueza discursiva.


Para já é super; para o ano deve ser petróleo.