— Temos medidas focadas no corte da despesa e é nessas medidas que temos de concentrar a nossa atenção» – disse Teixeira dos Santos.
◊
Lembram-se daquela piada sobre o casal alentejano cuja mulher começara a usar baton?
— Atão porque é que nã ficas? – insistia o marido.
◊
— Atão porque é que nã concentram?

A resposta é simples e tem origem numa questão óptica. O problema tem surgido em encontrarem o ponto de focagem exacto: parece que quando estão quase a consegui-lo, o que lhes surge sempre é o ‘ponto de fuga’…
Ponto de fuga é a tua tia, pá.
Não consigo perceber se é um problema de focagem ou de concentração, para poder aconselhar um oftalmologista ou um psicólogo. Mas alguma coisa não está a funcionar bem.
Cheira-me que o problema maior é de concentração. Aconselhas um psicólogo? Eu aconselharia a Compal. É que não há concentrado se não houver os ditos cujos…
loooooooooooooooooooool!
Mas olha que a Compal também não anda lá muito bem de saúde…
Pois não. Isto anda tudo ligado…
Atão – andava eu “focada” na minha situação de trabalhadora a recibo verde, sem trabalho e sem “subsídio”, sim, porque os “intermitentes” (palavra que detesto) não têm direito a tal “coisa” – “desconcentrei-me” e borrei a pintura…:))
(Não houve “baton” que resistisse ao seu “post” e comentários)
Eheh…
Bem-vinda. Espero que o seu problema tenha uma solução rápida.
Concentração na Mota-Engil.