Duzentos e cinquenta mil


Pedro Correia,

Vale a pena registar o número: acabamos de ultrapassar a marca dos 250 mil comentários já publicados no DELITO DE OPINIÃO. Fazem parte integrante do património deste blogue. Que é dos seus autores mas também é dos seus leitores.

0 comentários em “Duzentos e cinquenta mil”

    1. Este blogue – ao contrário de outros – está aberto a comentários desde a primeira hora do primeiro dia. Não discrimina ninguém nem exige identificação de IP ou inscrição prévia de nome a quem quer que seja.
      Os anónimos também comentam. E nunca houve um dia sequer sem um comentário anónimo.
      Comentários a que dou sempre resposta. Mesmo aos mais imbecis.
      Ou seja: todos contam. Incluindo tu.

      1. Tratante era para ti, não era para o blog.

        E imbecil, filho, é à falta de argumentos ladrar sempre o anonimato de quem comenta, como se fosse defeito ou falta. E depois vir puxar dos galões, e alardear permissividade – que o blog até tem, mas tu não. E és o único, aqui.
        Vê-se ao longe que por tua vontade não havia cá cobardolas a comentar.
        Quantos ficavam, já contaste?

  1. Deixei passar uns quantos “posts” e guardei para mais tarde, a minha dúvida sobre um pormenor, isso do “património do blogue” porque não considero os meus comentários propriedade de ninguém, nem de nenhum blogue e não aceitaria que, os meus comentários, fossem transcritos para outro sítio ou em qualquer outra forma. Os dos autores do blogue ou dos anónimos talvez sejam mas, quem se identifica nem que seja com um pseudónimo são património de quem os fez. Agora, poderá pensar como poderia eu provar que são meus? Porque antes de carregar na tecla de -Publicar Comentário-, faço uma cópia, onde até aparece o sublinhado a vermelho de palavras escritas à minha maneira e que não coincidem com a ortografia vigente e, claro, o IP originário de onde eles partiram porque, na net, tudo deixa rasto, de onde vem e para onde vai. Pode não parecer muito importante mas, como individualista, o seu a seu dono. Não é para levar a mal mas, para ficar tudo esclarecido porque, numa circunstância, mal explicada, posso optar por não os fazer. Coisas do meu “mau” feitio mas, definitivamente, essa do “património” deixou-me, como o povo diz: ” com a pulga atrás da orelha” 😉 Gosto de tudo transparente, algo muito raro, no Mundo actual e, tenho esta filosofia que, antes de algo, poder vir a transformar-se num problema, o melhor será, sempre, prevenir do que remediar.
    Passei a fazer cópias desde o dia em que tive um trabalhão em encontrar um dos meus comentários, onde previa a crise económica de 2008 e, por azar, nem sequer me recordava em que blogue o tinha deixado porque, isto de, por vezes, alguém dizer que tinha dito ou previsto, eu prefiro comprovar o que digo ou disse 😉

    1. Bom dia também para si.
      Tenho por vezes dificuldade em acompanhar o seu raciocínio, talvez por se exprimir em frases muito longas.
      Se usar menos palavras talvez eu consiga entender melhor.

      1. Simples:
        Porque considera que, Todos os comentários aqui deixados, passam a pertencer ao “Património do Blogue”?

        1. Porque são inapagáveis. Nenhum de nós os apagará. Farão sempre parte da fotografia de conjunto. Não faremos como Estaline, que eliminou Trotski das imagens.
          Cá permanecerão. Elogiando, incentivando, criticando, por vezes até insultando. Mas a história não se apaga. E a história de um blogue como este é também feita pelos comentadores. Outros blogues vão eliminando conteúdos. Chegam mesmo a apagar tudo, à medida da conveniências de alguns autores.
          Este não.

          1. Desde que não sejam usados noutro sítio e que, por aqui, permaneçam, por mim está tudo bem.
            Há pormenores importantes, nem que seja para ir ensinando aos mais jovens que, apesar da net ser de todos, não se podem apropriar de, imagens ou textos alheios, pertencerão sempre aos seus autores e, se reparar, alguns, até fazem “copy paste” para os trabalhos escolares, sem imaginar que, nem tudo se pode copiar e, nem sequer, lhes passa pela cabeça as implicações legais.
            Quando afirma que esse património, além dos autores, pertence aos “leitores”, mesmo sem querer, pode estar a contribuir para a continuidade desse erro.

          2. Por acaso até tenho vários, a origem?… Usá-los, talvez seja, por pensar que seja mais importante aquilo que se diz ou se escreve do que, quem se é ou deixa de ser. Hoje em dia, as pessoas dão demasiada importância à “embalagem” e pensam que, pelo nome ou por se parecerem com um daqueles embrulhos requintados e primorosos que se abrem no Natal mas que, no final, acaba por ser… mais um par de peúgas
            Tentei ensinar aos meus alunos que o mais importante é o conteúdo, a honestidade da mensagem porque, o resto… até pode ser desenhado ou escrito… num guardanapo 😉
            Hoje, talvez ensinasse os mesmos princípios, mas avisando dos perigos porque, se calhar, saíram prejudicados nas suas carreias porque, a mentira, os “floreados”, a perda de valores, a hipocrisia… esses, sim, passaram a dar status e dinheiro. Só que este tipo de sociedade é, muito, típico daquelas que estão quase a dar o seu último suspiro. Todas acabam da mesma maneira e esta não vai ser excepção.
            Deve ter reparado que pouco comento os seus “posts” – Belles toujours porque, pelo exterior, já estão para sair melhores, robots e cygorgs e, como gostos não se discutem, aprecio mais aquelas que usam o cérebro … como, por exemplo Iben Thranholm e, se conseguir ouvi-la até ao fim, esta escritora e jornalista dinamarquesa, não tem medo de falar, sobre a verdadeira realidade dos factos.

            https://www.youtube.com/watch?v=eU6YDB9lqjQ
            How Feminism Destroyed Europe | Iben Thranholm and Stefan Molyneux

          3. A palavra existe e até pode ser encontrada no Google:
            Name/Meaning/Gender/Origin
            Ariam /Loyal /F & M /Ge’ez

            Ge’ez – Ge’ez (ግዕዝ), the classical language of Ethiopia which is still used as a liturgical language by Ethiopian christians.

          4. Mas não divulgue, há por aí um grupinho que, se descobre, haver uma palavra que pode ser, em simultâneo, masculina e feminina, ainda acabamos com – Cartão do Ariam

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