13 comentários em “Duas horas no nevoeiro (21)”

  1. Alheio ao rebuço nebuloso; lânguido, escutando os murmúrios da Ribeira, vai de mansinho rumando a Foz, na certeza de que o acasario secular, jura a cada momento a cumplicidade no destino que os une.
    (Sim, fui eu que escrevi. Inspiram-me estas chapas tão cheias de Porto e de Douro)

    1. Uau, é curioso ser inspirador… Em especial quando normalmente só me acusam de instigar ideias negativas. Mas também é um bocadinho perturbador. A pressão, a necessidade de manter o nível e dar o exemplo… Acho que não quero. Bartolomeu, faça o favor de se inspirar antes em… sei lá… nas “belles toujours” do Pedro Correia.

      (Obrigado.)

      1. “As Sempre Belas” de Pedro Correia, inspiram-me sobremaneira.
        Tanto, que a maior parte das vezes emudeço, perante a evidente beleza que exalam e o requintado perfume que se lhes adivinha.
        Mas vou tentar ser mais assíduo nos comentários às outras belezas, tão naturais quanto estas, porém, mais volúveis.
        ;)))

  2. São divinais estas suas fotografias com nevoeiro. Todas. E se há sítio onde se tornam esotéricas é no Douro.
    Lindas!

    1. Obrigado, fatima. O Douro e o Porto merecem a esmagadora maioria do crédito. Tanto que não tenho muitas assim, poéticas e com nevoeiro, de outros locais.

      Também é verdade que, fora das exigências do emprego, costumo aproveitar as primeiras horas da manhã para dormir em vez de ir à procura de fotografias…

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