Alheio ao rebuço nebuloso; lânguido, escutando os murmúrios da Ribeira, vai de mansinho rumando a Foz, na certeza de que o acasario secular, jura a cada momento a cumplicidade no destino que os une. (Sim, fui eu que escrevi. Inspiram-me estas chapas tão cheias de Porto e de Douro)
Uau, é curioso ser inspirador… Em especial quando normalmente só me acusam de instigar ideias negativas. Mas também é um bocadinho perturbador. A pressão, a necessidade de manter o nível e dar o exemplo… Acho que não quero. Bartolomeu, faça o favor de se inspirar antes em… sei lá… nas “belles toujours” do Pedro Correia.
“As Sempre Belas” de Pedro Correia, inspiram-me sobremaneira. Tanto, que a maior parte das vezes emudeço, perante a evidente beleza que exalam e o requintado perfume que se lhes adivinha. Mas vou tentar ser mais assíduo nos comentários às outras belezas, tão naturais quanto estas, porém, mais volúveis. ;)))
Obrigado, fatima. O Douro e o Porto merecem a esmagadora maioria do crédito. Tanto que não tenho muitas assim, poéticas e com nevoeiro, de outros locais.
Também é verdade que, fora das exigências do emprego, costumo aproveitar as primeiras horas da manhã para dormir em vez de ir à procura de fotografias…
Alheio ao rebuço nebuloso; lânguido, escutando os murmúrios da Ribeira, vai de mansinho rumando a Foz, na certeza de que o acasario secular, jura a cada momento a cumplicidade no destino que os une.
(Sim, fui eu que escrevi. Inspiram-me estas chapas tão cheias de Porto e de Douro)
Uau, é curioso ser inspirador… Em especial quando normalmente só me acusam de instigar ideias negativas. Mas também é um bocadinho perturbador. A pressão, a necessidade de manter o nível e dar o exemplo… Acho que não quero. Bartolomeu, faça o favor de se inspirar antes em… sei lá… nas “belles toujours” do Pedro Correia.
(Obrigado.)
“As Sempre Belas” de Pedro Correia, inspiram-me sobremaneira.
Tanto, que a maior parte das vezes emudeço, perante a evidente beleza que exalam e o requintado perfume que se lhes adivinha.
Mas vou tentar ser mais assíduo nos comentários às outras belezas, tão naturais quanto estas, porém, mais volúveis.
;)))
São divinais estas suas fotografias com nevoeiro. Todas. E se há sítio onde se tornam esotéricas é no Douro.
Lindas!
Obrigado, fatima. O Douro e o Porto merecem a esmagadora maioria do crédito. Tanto que não tenho muitas assim, poéticas e com nevoeiro, de outros locais.
Também é verdade que, fora das exigências do emprego, costumo aproveitar as primeiras horas da manhã para dormir em vez de ir à procura de fotografias…
para acompanhar… gs
http://www.youtube.com/watch?v=dF5xVnTo8
Ah, mas “fog on the Douro” é de uma data de gente…
(Obrigado. Não conhecia.)
É uma pintura!
Desenhada pixel a pixel, Teresa. 🙂
Muito belas, todas.
Obrigado, Bandeira.
Obrigada. Era mesmo esta. Perfeita. Um bálsamo … mas vou chorar…
Uf, ainda bem que consegui. E não é preciso chorar. Basta um sorriso melancólico, que consegue ser reconfortante, e um suspiro…