Rita Redshoes anda pelo país a cantar coisas como esta (e esta). Se o tema nada vos diz, isso tanto pode ser motivo de parabéns (ainda estão tããão dentro do prazo, meus filhos) como de preocupação (pois é, a Alzheimer não perdoa). Para os outros: olhem, há coisas que já ninguém nos tira (a não ser o raio da Alzheimer, claro). Seja como for, podem todos consultar a agenda com os próximos concertos aqui (exceptuando os que sofram de Parkinson porque – agora reparo; bolas – deixei a área onde clicar muito pequena; desculpem lá).
P.S.: Conhecem aquele pesadelo clássico dos anos 70 em que, sendo-se filho da Dolly Parton, se era alimentado a biberão?

à bué taime que não micava o naine tu faive, confesso.
… diz-me, diz-me bué! desde o maravilhoso par de puátrines à farfalhuda cabeleira da Dolly, passando pelas festas na garagem… são tudo boas recordações.
Mas devo assegurar que a “coisa” cantada pela Rita, manda outro cenário, aquela voz quente, tão diferente da da coquete Parton, enche os ouvidos e espalha-se pelos sentidos.
Oh Yeahh!!!
😉
Detesto o acordo ortográfico!
A miúda canta bem que se farta.
(e consegui clicar à primeira, yupi!)
Ora, no teu caso nunca dividei.
Bof: “duvidei”, claro. Ainda hei-de escrever um post sobre a idiotice de certas letras estarem umas ao lado das outras no teclado dos computadores. Ah, espera, já escrevi…
lol (olha, mais duas que estão mesmo ao lado uma da outra)
E é gira. E é do Sporting. E eu estou tão velho…
Sim, é do Sporting. Como se vê. E como se ouve.
Pois. Ah, mas estão verdes… menos os shoes, claro.
Gostei bastante!
Óptimo. E lembrava-se ou teve que ir ao Google? 😉