Dicionário de português, versão jornal Público, Largo do Rato


escafandro,

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Apoiar é sinónimo de exigir.

 

Notas.

1. Ironicamente, revelando um Passos prudente e sensato e mantendo vivos os esforços de desculpabilização de Sócrates (não excluir a hipótese de ter sido ele a cedê-la ao Público), a carta beneficia um e outro. Para Costa, fica o habitual papel de número dois do amigo de Carlos Santos Silva.

2. Ah, dirão alguns, Passos pode não ter exigido a vinda da Troika mas desejava-a. Creio que, dispondo da escolha, ele teria preferido governar sem tutelas mas, na verdade, não faço ideia. Sei é que, em 2011, eu desejava a vinda da Troika. Como desejarei uma intervenção tão rápida quanto possível da polícia se assistir a um crime ou do INEM perante um acidente grave.

3. Devia haver assuntos mais merecedores do principal título da primeira página de um jornal dito «de referência». Notícias, talvez.

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  1. A verdade a que temos direito obriga a ler ao contrário do que o publico (exposição publica da mais contaminada e poluente latrina) pretende ao querer fazer de nós tolos. Revelação do bom senso do actual 1º ministro que não chamou mas também não obstaculizou a vinda da troika em nome dos superiores interesses do País. Pode concluir-se que que o bicho Sócrates sempre perigoso nunca poderia ser deixado totalmente á solta, e só com o auxilio de muletas de emergência se podiam atenuar alguns danos.

  2. Porém, depois da assinatura do memorando e das promessas já em plena campanha eleitoral, os factos posteriores vieram demonstrar que tudo quanto foi afirmado por Catroga, o grande negociador do PSD, e por Passos não correspondiam à realidade. O PEC IV avançou de forma bem mais gravosa e com Gaspar a ir mais longe.

  3. A esquerda é demagógica e populista (joga com os medos dos eleitores, como o fim do estado social e da escola à borla para depois se pisgarem para os bons empregos em Inglaterra, etc) e normalmente também é um bocadinho fdp. Como o PCP que se desdobra em outros partidos e organizações fachada para obter vantagens de número e representação “independente”, etc, etc. Enfim, ciganices. coisas “à latino” e à aldrabão que esta malta pró-berbere tanto admira. É giro ser meio-ladrão e coisas do género. Tudo o que corresponde a uma filogénese alto-europeia é apagado e redesenhado. E não se iludam: eles não vão descansar enquanto não consiguirem provar através de aprofundados estudos jornalísticos que D. Afonso Henriques, afinal, era preto.

  4. Mais uma “brilhante” manobra de diversão da coligação PaF , voltar a acenar com o passado para branquear o presente e esconder o futuro.

    Num dia em que todos devíamos interrogarmo-nos o porque de mais uma opção falhada (venda do NB ) que resulta de um dogmatismo irresponsável e doloso que atirou o défice das de 2014 para mais de 7% estamos aqui a falar novamente de 2011 como tanto jeito dá ao Paf .

    O Público fez o que tinha a fazer, lançou a caxa e a coligação contente antes o Público que o Expresso na sexta á noite que está mais colado ao Paf e o impacto pretendido já não seria o mesmo.

  5. Não é de admirar, é o jornal Publico. O Esquerdismo do Publico já há muito que o leva a esticar a corda.

    Quem lê a dita carta vê que o jornal mente.

    ———-

    Mas esta história da de quem chamou a troika mostra que o PS, o PSD – e os outros – querem continuar a sucessão de bancarrotas.
    E o medo com que vivem da “opinião publicada”.

  6. È triste que mais jornalistas do que se esperava, sejam capachos das narrativas que calham bem; em abono da redacção, convém mencionar que no mesmo Público trás a cronica de JMTavares, com a melhor síntese da cretinize do tema!!

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