Elas estão connosco desde o primeiro dia. A fofinha é fofinha! Muito bom feitio. A rufa é como uma brisa, toque e foge, desconfiada. Ainda só têm 3 meses. Não são muito “pegadas”, vamos ver.
Os deputados esqueceram-se de uma coisa essencial: não puseram na lei que é crime público. Logo vai depender da queixa do gato ou cão. Isto é, na prática não serve para nada.
Nem tudo o que se escreve tem conotação política, mas claro que isso é sempre difícil de entender para quem está sedento de um simples pretexto para expor a sua fúria…
Eu gosto de anónimos e gosto de atacar a coberto do anonimato. Vícios adquiridos antes do 25 de Abril, confesso. Talvez pouco recomendáveis mas muito difíceis de erradicar. Cada um com as suas circunstâncias, não é? Neste caso a solução é simples: basta que o blogue não os permita.
Siameses, o Piccadilly, a Boetie, a Becky, a Dina. E tantos e tantas outras, entre cães e gatos. Crias e adultos. Abandonados, atropelados, encontrados ou deixados à nossa porta porque era sabido que não lhes faltaríamos.
Uns ficaram connosco longos anos, por vezes depois de tratamentos difíceis; a outros apenas conseguimos minorar o sofrimento de um fim penoso.
A mais recente “aquisição” é uma pretinha de olhos cor de mel, ilustríssima “europeia comum”. Rafeira, enfim (e essa veio de ninhada feliz), agora com seis meses. Ms. Elisabeth Bennet, assim consta no boletim veterinário. Lizzy, cá por casa.
Ociosos já vi que nos tomam, aos que pensamos e agimos assim. Podem também chamar presunçosos. Façam favor.
Sempre ouvi dizer que a bondade de uma pessoa se revela na forma como trata os animais, e não tenho qualquer dúvida de que assim é, pela crueldade que vai no mundo…
Joaninha, o que diz é verdade. Um dia destes envio uma foto minha dentro de um alguidar para que a Joana a exponha num seu post e possa escrever:
O gato traz felicidade às nossas vidas. Adoptem, cuidem, mimem e sejam felizes, garotas!
Caro Vento, aguardo ansiosamente a prometida foto… 😉
Joaninha,
O sucesso está garantido. Há sempre quem se babe por antecipação.
Mas a ideia é enviar-lhe umas estrelas:
http://cinema.sapo.pt/atualidade/noticia s/dia-mundial-do-animal-os-mais-memorave is-que-passaram-pelo-cinema
Se for você não tem direito a nada. Só gato ou cão.
Ai a falta do que fazer…
A falta do que fazer leva a adorar gatos e cães.
Pois, é isso…
Tenho duas iguaizinhas a essa. A fofinha e a rufa. 😀
Se forem como a minha, têm muito mau feitio, mas não deixam de ser adoráveis! 😉
Elas estão connosco desde o primeiro dia. A fofinha é fofinha! Muito bom feitio. A rufa é como uma brisa, toque e foge, desconfiada. Ainda só têm 3 meses. Não são muito “pegadas”, vamos ver.
É bom serem duas, fazem companhia uma à outra. 🙂
Os deputados esqueceram-se de uma coisa essencial: não puseram na lei que é crime público. Logo vai depender da queixa do gato ou cão. Isto é, na prática não serve para nada.
Nem tudo o que se escreve tem conotação política, mas claro que isso é sempre difícil de entender para quem está sedento de um simples pretexto para expor a sua fúria…
Claro que trazem felicidade, sobretudo os percebejos.
Já que estamos numa de dizer o que nos vai na alma, cá vai: não gosto de comentários anónimos!
Eu gosto de anónimos e gosto de atacar a coberto do anonimato. Vícios adquiridos antes do 25 de Abril, confesso. Talvez pouco recomendáveis mas muito difíceis de erradicar. Cada um com as suas circunstâncias, não é? Neste caso a solução é simples: basta que o blogue não os permita.
Todos têm direito a expressar a sua opinião, a identificação é apenas uma cortesia que aprecio. 🙂
Siameses, o Piccadilly, a Boetie, a Becky, a Dina. E tantos e tantas outras, entre cães e gatos. Crias e adultos. Abandonados, atropelados, encontrados ou deixados à nossa porta porque era sabido que não lhes faltaríamos.
Uns ficaram connosco longos anos, por vezes depois de tratamentos difíceis; a outros apenas conseguimos minorar o sofrimento de um fim penoso.
A mais recente “aquisição” é uma pretinha de olhos cor de mel, ilustríssima “europeia comum”. Rafeira, enfim (e essa veio de ninhada feliz), agora com seis meses. Ms. Elisabeth Bennet, assim consta no boletim veterinário. Lizzy, cá por casa.
Ociosos já vi que nos tomam, aos que pensamos e agimos assim. Podem também chamar presunçosos. Façam favor.
Costa
Sempre ouvi dizer que a bondade de uma pessoa se revela na forma como trata os animais, e não tenho qualquer dúvida de que assim é, pela crueldade que vai no mundo…