Insultado e achincalhado pelos que agora rasgam vestes pelas liberdades e democracia, era o Rego Pena d’ Ouro, segundo Mário Castrim, foi a “República” ocupada para calar uma voz incómoda para o PREC, enfim, agora todos assobiam para o lado…
O maior erro da chamada esquerda “revolucionária” em 1975 foi ter tentado silenciar o ‘República’, dirigido por Raul Rego. Precisamente o jornal que mais tinha batido o pé à ditadura. Soaram todas as campainhas de alarme por essa Europa fora: salvar o ‘República’ das garras dos novos censores passou a ser missão prioritária para todos os democratas.
senhor de uma lucidez assustadora
Uma figura de referência enquanto resistente a todas as tentativas de silenciar e condicionar o jornalismo.
Saiu há poucos dias um livro sobre Raúl Rêgo. Não o quer anunciar aqui no Delito?
http://poeticaedicoes.blogspot.pt/2014/0 4/poetica-edicoes-lanca-livro-sobre-raul.h tml
Obrigado pela sugestão, Cristina.
Saudações Leoninas
Insultado e achincalhado pelos que agora rasgam vestes pelas liberdades e democracia, era o Rego Pena d’ Ouro, segundo Mário Castrim, foi a “República” ocupada para calar uma voz incómoda para o PREC, enfim, agora todos assobiam para o lado…
O maior erro da chamada esquerda “revolucionária” em 1975 foi ter tentado silenciar o ‘República’, dirigido por Raul Rego. Precisamente o jornal que mais tinha batido o pé à ditadura. Soaram todas as campainhas de alarme por essa Europa fora: salvar o ‘República’ das garras dos novos censores passou a ser missão prioritária para todos os democratas.