Será possível que, em quase meio século, não tenhamos evoluído nem um milímetro?
17 comentários em “Descubra as diferenças”
É o “circo” na sua pior forma – andamos todos , eu inclusive preocupados como os animais de grande porte ao descuido dos profissionais das artes circenses . no entanto servimo-nos dos nossos “pares” em situação menos favorável como atracção… a troco de audiências, digo eu, è no mínimo triste…
É o que eu digo, Maria: Portugal continua a ser um triste circo. Por isso, Lisboa é uma capital do sucesso das misérias humanas. Este gosto preverso que persiste remonta a um certo passado que ficou por enterrar devidamente, vá lá saber-se porquê.
“Animal de gande porte” é um epíteto cruelmente aplicável a este caso, literalmente e na prática exibicionista. E é isso mesmo que me deixa envergonhada como pessoa, Maria. Triste, de facto.
Evoluir, evoluímos. No sentido da normalização, de 2,65m para 2,46m. Mas Lisboa continua a ser destino certo. Começo a pensar que a lei a favor dos animais selvagens talvez não tenha sido boa ideia: tragam antes uma um canguru. Ou um gambozino…
Não consigo brincar com isto, João: é inacreditável que se exibam seres humanos desta maneira, só porque são aberrações da natureza. E que se ganhe dinheiro com isso – mesmo que os próprios também lucrem alguma coisa, ou até por causa disso – ainda acho mais deplorável.
Não é um mal português, já que ele tem andado por mais sítios, creio. E também não acho que seja um mal da sociedade. Como ele diz, permitiu-lhe conhecer o mundo, e com certeza ganhar algum dinheiro, que muita falta lhe deve fazer, dadas as raízes humildes e as despesas de mandar fazer roupa à medida… Do último artigo, gostei especialmente desta parte: “Sultan (…) pesa, em média, 155 quilos”.
Como já disse, Sara, acho lamentável que se alimente o espectáculo de uma anomalia humana. Mesmo que beneficie o próprio, ou talvez ainda mais por isso: essa perversidade é ainda mais degradante.
Compreendo perfeitamente, é, também, o que eu sinto. Quando falei em “grande porte”, nem me ocorreu a alusão, já não sabia se a lei se referia aos animais selvagens ou/e os de grande porte – penso que se percebe.
É o “circo” na sua pior forma – andamos todos , eu inclusive preocupados como os animais de grande porte ao descuido dos profissionais das artes circenses . no entanto servimo-nos dos nossos “pares” em situação menos favorável como atracção… a troco de audiências, digo eu,
è no mínimo triste…
É o que eu digo, Maria: Portugal continua a ser um triste circo. Por isso, Lisboa é uma capital do sucesso das misérias humanas. Este gosto preverso que persiste remonta a um certo passado que ficou por enterrar devidamente, vá lá saber-se porquê.
“Animal de gande porte” é um epíteto cruelmente aplicável a este caso, literalmente e na prática exibicionista. E é isso mesmo que me deixa envergonhada como pessoa, Maria. Triste, de facto.
Evoluir, evoluímos. No sentido da normalização, de 2,65m para 2,46m. Mas Lisboa continua a ser destino certo.
Começo a pensar que a lei a favor dos animais selvagens talvez não tenha sido boa ideia: tragam antes uma um canguru. Ou um gambozino…
Não consigo brincar com isto, João: é inacreditável que se exibam seres humanos desta maneira, só porque são aberrações da natureza. E que se ganhe dinheiro com isso – mesmo que os próprios também lucrem alguma coisa, ou até por causa disso – ainda acho mais deplorável.
Tens razão.
Não é um mal português, já que ele tem andado por mais sítios, creio. E também não acho que seja um mal da sociedade. Como ele diz, permitiu-lhe conhecer o mundo, e com certeza ganhar algum dinheiro, que muita falta lhe deve fazer, dadas as raízes humildes e as despesas de mandar fazer roupa à medida…
Do último artigo, gostei especialmente desta parte: “Sultan (…) pesa, em média, 155 quilos”.
Como já disse, Sara, acho lamentável que se alimente o espectáculo de uma anomalia humana. Mesmo que beneficie o próprio, ou talvez ainda mais por isso: essa perversidade é ainda mais degradante.
Tristíssimo! não me ocorre mais nada.
:((
Infelizmente não evoluímos o suficiente, Ana. Vi ontem a reportagem na televisão e fiquei parva com o destaque.
Ariel, Maria e Leonor, sei que compreendem o que quero dizer: esta exibição é tanto mais triste e revoltante quanto mais serve para fazer dinheiro.
Estás certa.
Salientaste um facto muito certo (infelizmente): Lisboa continua a ser destino certo e garantido para estes circos.
O que dá uma nota bem triste do país.
Compreendo perfeitamente, é, também, o que eu sinto. Quando falei em “grande porte”, nem me ocorreu a alusão, já não sabia se a lei se referia aos animais selvagens ou/e os de grande porte – penso que se percebe.
Sim, claro, estava a concordar contigo.