![numerootto[1].jpg numerootto[1].jpg](https://delito.brucke-multimedia.com/images/2017/20163889_cWrrZ.jpeg)
O DELITO DE OPINIÃO nasceu a 5 de Janeiro de 2009. Faz hoje oito anos. Assumindo-se como “um blogue apostado na reflexão e na análise dos mais diversos temas relacionados com a actualidade, sem receio de exprimir convicções claras e fortes, nem de confrontar opiniões numa sociedade onde se regista um défice permanente de debate”.
Continuamos como no primeiro dia: uma equipa plural, irreverente, solidária, robustecida por laços de cumplicidade que transcendem convicções ideológicas e opiniões políticas.
Continuamos atentos ao que se passa em Portugal e no estrangeiro. E atentos também aos nossos colegas: não passou um só dia sem citarmos outros títulos da blogosfera em rubricas permanentes como o Blogue da Semana ou a Ligação Directa (esta já com 933 entradas, cada uma alusiva a um blogue diferente).
Aqui trazemos também todos os dias – sem falhar, há quase quatro anos – uma sugestão literária. E trouxemos ainda 223 convidados especiais, numa iniciativa inédita que se prolongou por mais de um ano: cada um escreveu sobre o que quis, sem condicionamentos de qualquer espécie. Como se fossem qualquer de nós.
Alguns que formam hoje esta equipa tão heterogénea e diversificada chegaram como comentadores e não tardaram a integrar o elenco de autores, confirmando a nossa perspectiva inicial de que um blogue é uma espécie de edifício em permanente construção. Este carácter de perpétua infinitude, longe de ser um sintoma de fragilidade, é um sinal de robustez.
Porque um projecto destes só vale a pena se for assim: uma forma de criar elos com outros, pensem como nós ou pensem de modo diferente.
Elo – essa palavra tão portuguesa e simultaneamente tão universal. Três letras capazes de abraçar o mundo.
O nosso gosto de comunicar mantém-se incólume, a vontade de prosseguir é maior que nunca.
Creio falar em nome de todos os meus colegas ao fazer um balanço dos oito anos entretanto decorridos com esta frase singela e sincera: valeu a pena.

Parabéns, Pedro. A ti, obreiro, e aos leitores que nos aturam.
Um abraço, extensivo a todos os nossos amigos, leitores e comentadores.
Lembras bem, Sérgio. Devemos uma palavra especial de agradecimento aos nossos leitores e comentadores.
Sem eles o DELITO não seria o que é.
Valeu a pena e vale a pena. 🙂
O “Delito” é uma lufada de ar fresco na blogosfera.
Muitos parabéns! E venham muitos mais anos delituosos.
Não há dia que não passe por aqui. Gosto muito de vos ler, quer pelo pluralismo das ideias, quer pela diversidade dos temas.
Um bem-haja a todos!
Muito obrigado pela simpatia, Sandra. Prometo que continuaremos a fazer o nosso melhor. Até porque quem corre por gosto não cansa…
Parabéns ao Delito. Pelo oitavo aniversário, mas acima de tudo por todos os dias fazer bem feito o que faz.
E parabéns ao Pedro, mesmo que num daqueles dias de grande azia… (perdoa-me a brincadeira, estou certo!)
Obrigado, Eduardo. Você bem me percebe (dia de azia foi este que passou, sem dúvida alguma, mas os leitores não têm culpa).
Um abraço.
Parabéns. Obrigado. Continuem.
Vamos continuar, V. De A a Z. Com todas as vogais e consoantes.
Não sei bem há quantos anos acompanho o Delito, mas será um número próximo do pleno. Parabéns pela diversidade e pela excelência.
Eu é que agradeço, em nome de todos os “delituosos”, as suas persistentes palavras de incentivo, cara Luísa.
Fui silenciado por dois blogues de nomeada.
Migrei para o Delito.
Não mudei absolutamente nada do essencial do meu discurso e das minhas convicções.
Apesar de um ou outro remoque, continuo aqui.
Pela parte que me toca, não há melhor maneira de celebrar o aniversário.
Parabéns!
João de Brito
É verdade. Tenho dito coisas do arco da velha e nunca me trataram mal.
Nem mal o trataríamos mesmo que dissesse coisas da velha do arco. Ou velhas do arco da coisa.
Ahah 😀
João de Brito, você até foi contemplado com o primeiro ‘Comentário da Semana’ de 2017.
Parabéns !!
Obrigadão, Bordalão.
À nossa 🙂 Tchim! Tchim!
Já somos minoria, os pioneiros do DELITO, Teresa. Mas ainda somos alguns. Tu e eu, por exemplo.
Já lá vão oito? Como o tempo voa. Enfim, parabéns ao Delito, mas sobretudo parabéns aos leitores, pela preferência, e parabéns a ti, Pedro, sempre incansável.
É verdade, João: o tempo voa. Já cá constam 33 mil artigos e mais de 263 mil comentários.
E a verdade é que o DELITO está para durar. Vêm aí algumas novidades, muito em breve.
Não tinha visto.
E sinto-me muito orgulhoso!
Mas tenho de reconhecer que a verdadeira explicação é:
” De sampy a 03.01.2017 às 20:19
Nem 8 nem 80.
São dois ablativos diferentes, sem relação de concordância. Um diz respeito à frase principal, o outro à subordinada. Em “mau” latim, a frase seria “…in statu in quo…”.
A razão em favor do uso “statu” é que, pelo menos nas línguas românicas, a norma é adoptar a expressão latina (a) tal qual, substantivando-a, se caso for, por processo de cristalização.”
Assumo o erro e agradeço a correção.
Dito isto, em nome da verdade e da rejeição da falsa modéstia, devo dizer também que facilitei na explicação, porque, tendo em consideração o que é dito no último parágrafo da transcrição, eu apenas quis transmitir que o “quo” é que estava certo e que o “status” é que estava errado.
E fiz o que fiz, porque não pensei que, por aqui, houvesse gente tão habilitada nestes assuntos, o que muito me agrada e me obriga a, futuramente, usar do mesmo cuidado que tenho quando participo no Ciberdúvidas.
Mais um motivo para celebrar o aniversário.
Parabéns!
João de Brito
a) Em rigor, se entendermos expressão como parte menor de uma frase (oração, predicação), em latim esta expressão não existe, porque são duas palavras que pertencem a frases diferentes.
Os nossos leitores são os mais eruditos da blogosfera portuguesa, o que muito nos orgulha e constitui uma responsabilidade acrescida para quem aqui escreve.
Parabéns.
Obrigado, Lucky.