
Ana Lima: «Do futebol no Brasil já se conhece o suficiente sendo que o movimento continua a fazer-se sobretudo de lá para cá… Já na Rússia parece ser ao contrário. Na China temos como treinador do ano o grande “Pa Qie Ke”.»
Ana Margarida Craveiro: «Há pouco ouvi na rádio o deputado (e politólogo) Manuel Meirinho Martins, a apelar a uma clarificação da lei dos limites de mandatos de autarcas. Em causa está a possibilidade de um autarca, chegado ao seu limite, passar simplesmente para uma freguesia ou município vizinho, e candidatar-se novamente. Diz o deputado, com alguma razão, que não seria este contorcionismo que estava no espírito da lei. É verdade que os eleitores mudam, o cargo muda (ser presidente de X é diferente de ser presidente de Y), mas há nisto tudo alguma Putinização: ora sou presidente, ora sou primeiro-ministro, ora me apetece voltar a presidente, e por aí fora, sem nunca violar a lei. E a Rússia nunca foi um grande exemplo de funcionamento democrático.»
Ana Vidal: «Muito útil nos dias que correm. Não resolve, mas alivia. E o francês dá-lhe um toque adicional, para arrasar com classe. É só pedir.»
João Carvalho: «Num rápido olhar pelos noticiários televisivos, deparei hoje com três dos diversos Partidos Socialistas que teimam em existir e persistir em Portugal: o Partido Socialista crescidinho, o Partido Socialista lamuriento e o Partido Socialista apalhaçado.»
José António Abreu: «Há erros que se percebe imediatamente serem erros de digitação. Por exemplo, quando a ordem de duas letras surge torcada. Mas há outros em que se fica na dúvida e, quase sempre, o culpado é o teclado. Afinal, quem decidiu colocar o ‘v’ ao lado do ‘b’? “Bitória” será erro de digitação ou regionalismo? E “Biba o Porto”? (A cidade, filhos, a cidade.) Carregar duas bezes seguidas na tecla errada já seria coincidência a mais, não acham? E quem decidiu pôr o ‘s’ juntinho ao ‘z’? “Condusir” será erro de digitação ou um cazo grabe de falta de domínio da língua portugueza?»
Luís M. Jorge: «A América é suficientemente vasta para albergar dois tipos de milionários: os progressistas e os outros. A isso chama-se sorte. Nós só temos dos outros — e sempre rodeados por uma corte de anõezinhos de boina nas mãos»
Rui Rocha: «Alberto João Jardim recusa-se a assinar programa de assistência financeira à Madeira enquanto o Governo central não assumir o custo da tinta da caneta.»
Eu: «Assim trata a CP os seus utentes: remetendo-os de um extremo ao outro de Lisboa. Só porque um guichê não está aberto por volta do meio-dia e o funcionário do guichê do lado pode vender bilhetes para uns destinos mas não para outros. Como se vivêssemos na era pré-digital, quando a informação não circulava em rede.»
