
Ana Lima: «Muitos museus e centros interpretativos por esse país fora, alguns criados de raiz, encontram-se puramente encerrados por não terem sido acautelados, aquando da sua construção, os custos de manutenção, de programação, etc., que teriam que ser pensados para que pudéssemos usufruir, para lá de um futuro imediato, do nosso património. Aguardemos por melhores dias. Entretanto há que tomar por certo que os congelamentos afectam não só o nosso presente e o nosso futuro mas também chegam, em sentido inverso, ao nosso passado.»
Ana Vidal: «Nas provas da America’s Cup (Cascais):
– Passa-me aí os binóculos, Amélia. Depressa, depressa!
– Mas eu agora estou a ver um barco… espera aí, já dou.
…
– Pronto, toma lá. Qual é o barco que querias ver?
– Barco? Oh, agora já não interessa.»
Eu: «À semelhança do que fizeram mais de três milhões de cubanos desde a instalação da ditadura comunista em 1959, [Norberto] Fuentes conseguiu abandonar a ilha-prisão, rumando ao exílio em Miami. E de lá legou ao mundo dois livros considerados fundamentais sobre dois homens que para sempre ficarão ligados à história cubana: Autobiografía de Fidel Castro e Hemingway en Cuba. Dois livros que pretendo adquirir e ler sem demora.»
