
Paulo Gorjão: «Recomendo vivamente a leitura do discurso de António Barreto, em especial as últimas duas páginas, nas quais faz a apologia da cultura do exemplo. É isso mesmo. É isso que nos falta, i.e. elites que possam servir como quadro de referência e de exemplo. Líderes que sejam um exemplo. Bons exemplos em vez dos exemplos de merda que hoje proliferam como vírus.»
Sérgio de Almeida Correia: «Há muito que considero, sem deixar de continuar a defender a separação entre o público e o privado, ser indispensável uma renovação das mentalidades e dos mecanismos de recrutamento, selecção e avaliação das nossas classes dirigentes, em especial da classe política.
Teresa Ribeiro: «Não fossem as várias empresas de sondagens terem repetido à exaustão que o PSD iria perder estas eleições, nunca a tímida vitória do PSD teria o impacto que teve. Os social-democratas bem podem agradecer-lhes.»
Eu: «A democracia representativa fez marcha-atrás nestas europeias, em que se registou a mais baixa taxa de participação eleitoral de sempre. Um facto que deve fazer pensar todos os políticos: a Europa não se constrói sem votos. Como ensinava Tácito há vinte séculos, “para aqueles que só ambicionam o poder não há meio caminho entre o cume e o precipício”.»

Há demasiados erros gramaticais. “«Não fossem as várias empresas de sondagens terem repetido” É claro que deveria ser “Não fosse”.
“Os social-democratas bem…” Deveria ser “Os sociais-democratas”.
É feio criticar sem assinar.
Atirar a pedra e esconder a mão.
Lá que é feio, é. Mas são erros ou não?
E já agora: um dos grandes méritos do Delito de Opinião reside em admitir coisas feias. Espero que continue.