
Ana Sofia Couto: «O importante, para mim, continua a ser reunir a família que temos, aquela que marcou a nossa história de vida. É o que tenho feito. E entre o bacalhau e aquelas iguarias que não fazem bem mas sabem muito bem, nada melhor do que um poema recitado pelo meu avô, que continua a ser “o poeta da aldeia”. Espero que isto continue, e aproveito para desejar um excelente Natal aos meus colegas de delito e a todos os leitores que por aqui passam.»
Teresa Ribeiro: «Dia de Natal. De manhã a missa, à tarde a reunião familiar, em casa dos pais, como sempre.
– Vamos?
Sorriu-lhe, sinceramente embevecido. É possível amar as pessoas pela capacidade que têm de suportar a dor que lhes infligimos? Claro que sim.»
