
Paulo Gorjão: «Manuela Ferreira Leite deu o mote quando se lembrou de ilustrar um ponto de vista comparando José Sócrates a alguém que mata o pai e a mãe para dizer que é órfão. De seguida veio outra bela imagem em que, uma vez mais, Manuela Ferreira Leite não se lembrou de nada melhor do que dizer que não queria morrer afogada. Os seus discípulos, entretanto, seguem a mesma linha — Como lhe hei-de chamar? Gótica…? — e vai daí chamam de cangalheiros a colegas do PSD.»
Sérgio de Almeida Correia: «A precipitada e confusa exoneração de funções de Fernando Lima, ex-assessor presidencial do Presidente da República, se, por um lado, demonstra que Cavaco Silva segue com atenção o que se vai passando em seu redor, ao mesmo tempo evidencia as suas fragilidades e, não menos importante, as debilidades do actual sistema de partidos.»
Eu: «Manuel Maria Carrilho merece aplauso: recusou votar num pirómano de livros para secretário-geral da Unesco apesar das instruções que recebeu do ministro Luís Amado para aprovar o nome do ministro da Cultura egípcio. O simples facto de essas instruções terem sido transmitidas ao nosso embaixador na Unesco, apesar dos oportunos alertas de intelectuais como Bernard-Henri Lévy, revela bem até que ponto chegou o temor reverencial do Ocidente ilustrado, de cócoras perante o mundo árabe que prefere impor as suas teses não com a força da razão mas com a razão da força.»

Em Carrilho não há, nem pode haver nada, que mereça aplauso. Uma besta que touxe, continuamente, os filhos para a capa da Nova Gente, dizendo ser a mãe daqueles , uma puta e uma bêbeda, que abusou, durante todo o processo judicial, das crianças , obrigando uma delas a testemunhar, em tribunal, contra a opinião dos especialistas, é uma Besta humana, um desequilibrado mental, um malvado, que não deveria ser mencionado, elogiado no que quer que seja. Carrilho se e quando acerta, pensando, fá-lo sempre usando as piores razões e maus argumentos. Carrilho e outros como ele são merecedores de castigo e esquecimento. Uma Infelicidade, o elogio que aqui encontrei.
https://sicnoticias.pt/pais/2017-11-0 7-Juizes-consideram-que-Carrilho-tornou-a-v ida-de-Barbara-Guimaraes-num-inferno
https://www.impala.pt/famosos/ultima-ho ra-manuel-carrilho-condenado-a-4-anos-de-p risao-por-violencia-domestica/
Que usou o filho menor no processo, tendo – o levado à televisão :
https://youtu.be/-nm3dvD6oew
https://www.google.com/amp/s/www.dn.p t/revistas/nm/interior/amp/as-mulheres-d e-manuel-maria-3511688.html
De Vómito
Já cá faltava a crítica anacrónica, condenando um texto de 2009 – faz hoje dez anos – à luz de acontecimentos subsequentes.
É um dos traços dominantes do nosso tempo. Julgar o passado com os olhos do presente. Dá sempre menos trabalho do que enquadrar factos e palavras no contexto da época.
Da critica de 2009, nada tenho a apontar. Agora relembrar, dito personagem, hoje, sabendo “aquilo” de ontem, julgo de “mau gosto”. E não se podem invocar os tempos de então, como forma de entender uma certa maneira de estar, porque nesses dias, como nos de hoje, a violência doméstica corria, já, disparada.
Mas a sua opinião não é delituosa, nem a minha, regra.
Há dez anos “já corria”?
Já corria o quê?
Pedro, percebo a justificação de tomar os ares e modas dos antigos tempos como ferramenta de compreensão, e vá lá aceitação, do que é hoje considerado imoral . Mas devemos recordar, também, que nesses mesmos tempos, houve, sempre, gente que criticou, considerou imoral, algumas práticas normais dessas época. Ex: Bartolomeu de las Casas, etc
Quem devemos tomar como referência? Os que pensavam fora da sua época, ou os que nela se sentiam satisfeitos?
Versão melhorada se me permitem :
Em Carrilho não há, nem pode haver nada, que mereça aplauso. Uma besta que trouxe, continuamente, os filhos para a capa da Nova Gente, dizendo ser a mãe daqueles, puta e bêbeda. Que usou, abusou, durante todo o processo judicial, crianças, obrigando, inclusive, uma delas a testemunhar, em tribunal, em sua defesa, contrariando a opinião dos especialistas. Um escroque, um desequilibrado mental, malvado, que não deveria ser mencionado, lembrado. Carrilho se e quando acerta, pensando, ou disso julgando-se capaz, fá-lo sempre usando más razões e os piores argumentos. Carrilho e outros, como ele, são merecedores de castigo e esquecimento. Uma Infelicidade, o elogio que aqui encontrei.