
Ana Vidal: «Os abusos sobre mulheres nos países árabes não se limitam a esta situação, há um mundo de direitos fundamentais que ainda lhes são negados. Mas é um princípio, e saúdo o rastilho que há-de atear o fogo. O mundo está em mudança, e acredito que não terá sido por acaso que o Ministério para o Desenvolvimento Social de Marrocos foi entregue a uma mulher.»
Helena Sacadura Cabral: «Para amenizar a política nacional, aqui fica um presente, sob a forma de vídeo, no dia da primeira ida aos mercados com que nos “surpreendeu” o ministro das Finanças, pouco dado a este tipo de surpresas. Pergunto: se este retorno estava previsto para Setembro, será que o ministro técnico está a virar político?!»
JPT: «Não vim para o Delito de Opinião para opinar sobre política portuguesa, matéria que, diz-me a experiência, rapidamente me transforma em delinquente, tamanho o azedume face à “gasta pátria”. Mas uma querida amiga real, e blogoleitora, acaba de saudar esta minha transferência blogal. Através da oferta deste “ex-voto”, descoberto no seu sótão. Já agora, e abuso eu, a lembrar tempos outros, também de FMIs. A lembrar, que, e ao contrário do que dizem os furiosos assalariados do jornal “Público”, também em Portugal – e em tantas outras austrais paragens – o FMI não foi nem quis ser o coveiro da democracia.»
Eu: «Superando em acutilância os seus camaradas de partido, António Costa aproveitou a sua tribuna de comentário televisivo semanal, na SIC Notícias, para acusar Seguro de partir para as próximas batalhas políticas “diminuído, sem autenticidade, sem convicção, sem capacidade de confrontação, sem capacidade de formulação de uma alternativa sustentada”. Isto enquanto tarda em confirmar a sua recandidatura à presidência da Câmara Municipal de Lisboa. Terminou o tempo de esperar para ver: estas vozes não se levantam agora por acaso. Em política, nunca há coincidências.»

Os abusos sobre mulheres nos países árabes não se limitam a esta situação
Eu diria que há abusos sobre mulheres em múltiplos países, que não somente nos árabes, e não entendo porque se preocupam especialmente com os países árabes.
Em particular, dever-se-ia olhar mais para os países do Sul da Ásia que, não sendo árabes, têm imensos abusos sobre mulheres.