
Ana Vidal: «Vale a pena ler esta “redacção” da escritora Teolinda Gersão sobre o actual ensino de português nas escolas. E sobre os atropelos assassinos que, ao abrigo de um acordo idiota e sem sentido, as novas gerações se preparam para fazer à sua língua.»
Helena Sacadura Cabral: «Só posso recomendar, vivamente, a sua leitura, uma vez que o considero, a par de Pedro Tamen, e entre os vivos, um dos meus dois poetas preferidos.»
José António Abreu: «Max Aue quase me partiu o pulso após meia dúzia de páginas, facto que tomei como bom indicador da malevolência da criatura, mesmo forçada ao ambiente – que imagino abafado, seco, claustrofóbico – do interior de um livro. Por causa disso e de outras cobardias, a minha cópia de As Benevolentes encontra-se há cerca de quatro anos a arquear uma das prateleiras da estante, ainda por ler.»
Patrícia Reis: «Georges Victor Mathieu d’Escaudoeuvres foi um dos primeiros artistas a contestar a abstração geométrica. De uma forma veemente. Na década de quarenta do século passado fez parte de uma série de manifestações a favor da arte sem constrangimentos, classismo ou fronteiras.»
Teresa Ribeiro: «Os portugueses abstractos continuam a vergonha dos portugueses concretos. A indignação é pública e notória quando os portugueses concretos, agitadamente sentados à mesa de tertúlias televisivas ou a derramar as suas prosas incendiárias em colunas de jornais, fustigam os portugueses abstractos clamando por mais agitação popular.»
