
Adolfo Mesquita Nunes: «Quanto mais depressa, sabemos todos, mais devagar. E a galinha, a que enche o papo grão a grão, sabe disso?»
Ana Lima: «É como se estivéssemos no interior de um teatro, de uma igreja. De um espaço desenhado ao milímetro por um arquitecto que, sem saber como, teria atingido a forma perfeita. Sentimo-nos bem. Talvez porque a luz que chega até nós contém em si uma serenidade feita de tardes de sol sem preocupações. Podemos até imaginar que fechamos os olhos e ouvimos um instrumento musical, afinado pelas mãos de um verdadeiro mestre.»
Ana Vidal: «Esta foi uma semana de emoções fortes para quem, como eu, vibra com uma boa representação no Teatro ou no Cinema. Três mulheres de personalidade forte, três excelentes actrizes, três difíceis papéis. Tudo isto me foi dado saborear em poucos dias e me encheu a alma.»
Helena Sacadura Cabral: «Porque será que na banca nunca há surpresas e apenas rotatividade?!»
João Carvalho: «Não me lembro exactamente quando entraram lá em casa, mas lembro-me de que um dos NSU Prinz 1000 tinha uma matrícula que começava por DA. Eram versões desenvolvidas dos 1000 anteriores. O primeiro foi o 1000S. Com aquela carroçaria de veículo híbrido típica dos Prinz — a frente e traseira quase iguais — parecia feito para ser carro de bispo, branquíssimo por fora e vermelho por dentro.»
Rui Rocha: «Vilar de Maçada prepara comercialização de morcela com marca Sócrates.»
Eu: «Tempus fugit: a parcela de existência que nos cabe é sempre escassa para cumprirmos os nossos sonhos. A morte tudo aplaina, tudo dissolve: nada mais fútil do que a esmagadora maioria das nossas ansiedades quotidianas. Saibamos valorizar o que verdadeiramente importa – e reduzir tudo o resto à sua devida dimensão. Esta é a melhor lição de vida que podemos colher num cemitério.»
