
Ana Lima: «Depois das estações de metro, os teatros. É certo que as obras de manutenção de um edifício como o Teatro Tivoli, dados os custos envolvidos, provavelmente, só desta forma poderiam acontecer. O pai adoptivo UAU e o padrinho BBVA estão, com certeza, muito satisfeitos. Mas acrescentar um apelido destes soa tão estranho… E ainda bem que optaram pela sigla. Teatro Tivoli Banco Bilbao Vizcaya Argentaria, embora certamente mais imponente, seria ridículo. Eu não dei pela cerimónia de aspersão mas deve ter sido muito discreta.»
Helena Sacadura Cabral: «Ontem assisti a duas entrevistas. Uma ao Prof. Sobrinho Simões que falou de assuntos vários todos eles ligados por esse tema maior que é a educação. A outra ao Procurador Geral da República, Dr. Pinto Monteiro, sobre os temas da Justiça. Ambas tiveram interesse.»
João Carvalho: «Esta insistência doentia do ditador Bashar al-Assad, sempre a teimar que está apenas a defender o seu país de grupos estrangeiros organizados, é recorrente, já cheira mal e deixou de disfarçar os contornos de genocídio da tragédia que se abate sobre os sírios por ordem do poder instalado. Já vimos o mesmo na Líbia de Kadhafi.»
José António Abreu: «Gente perspicaz como sois (não me contrarieis), já se aperceberam certamente de que as mulheres ocupam os principais papéis em quase todas as séries actuais, decorram elas num hospital, num tribunal, numa esquadra, na CIA ou numa terrinha com mais vampiros do que passarinhos nas árvores. Já sabíamos que as mulheres estão a tomar conta do mundo e, no fundo, acaba por ser compreensível: é politicamente correcto, está menos visto, haverá mais mulheres do que homens a acompanhar séries televisivas nos dias que correm e os homens não se importam.»
Luís Menezes Leitão: «Por muito que o nosso Governo repita que Portugal não é a Grécia, para os países do Norte somos exactamente o mesmo tipo de país: com muita história, muito sol e muita praia e o desagradável hábito de pedir constantemente mais dinheiro aos outros. Como se diz na capa da revista Focus na imagem, não passamos de impostores e caloteiros que se meteram indesejavelmente na ordeira família do euro.»
Eu: «Na última edição, o jornal comunista congratula-se com o veto russo e chinês à condenação da ditadura síria no Conselho de Segurança das Nações Unidas. Transferindo para as vítimas o ónus da culpa pelo banho de sangue perpetrado pelo regime de Damasco, à margem de toda a legalidade internacional, numa escala de repressão sem precedentes no país. Como se o PCP não soubesse que há mais de dez meses a polícia e o exército, actuando como esbirros de Assad, vêm procedendo sistematicamente ao massacre da população civil.»

«Esta insistência doentia do ditador Bashar al-Assad, sempre a teimar que está apenas a defender o seu país de grupos estrangeiros organizados, é recorrente, já cheira mal e deixou de disfarçar os contornos de genocídio da tragédia que se abate sobre os sírios por ordem do poder instalado. Já vimos o mesmo na Líbia de Kadhafi.»
Se há 10 anos Putin tivesse decidido invadir a Líbia e a Síria e matar os seus dirigentes, o Delito de Opinião ficaria muito confuso sobre o que defender. O mais provável é que mandassem o próprio blog abaixo por não saberem que posição defender.
A Líbia era o país mais rico de África (tinha um PIB superior ao português), agora é o desastre que há. A Síria se já naquela altura estava mal, agora está um autêntico desastre.
Quanto a mim, estou contra qualquer imperialismo, seja de Blair, Bush, Putin ou qualquer outro criminoso de guerra.