José Sócrates, Director Comercial da Remax Champ de Mars, confirmou a venda da Torre Eiffel a dois turistas provenientes da cidade chinesa de Guangzhou.
14 comentários em “Delito breaking news”
Diziam mal do homem mas, chega-se à conclusão que se não fosse ele, aquele amontoado de ferros, ainda estaria por vender… Hmmm? Ah sim? Bom, estão aqui a segredar-me que afinal o negócio não foi bem conduzido; ao que parece, havia uma proposta de compra bem mais vantajosa em termos de valores. Parece que o governo português estava interessado na “coisa” para colocar no novo aeroporto internacional de Alcochete… Olha, que encomendem uma na contrafacção chinesa… em toros de pinheiro…
Afinal, a venda correu bastante mal. Parece que os tais chineses ouviram um certo palhaço dizer que as dívidas não são para ser pagas. E decidiram levá-lo a sério…
Ódio? Despeito? Inveja? O Rómulo nunca viu ninguém odiar a sério, pois não? Acha que uns posts, uns comentários, umas bocas fazem mal a alguém? A única coisa que é racional é uma dívida em percentagem do PIB de 56% em 2004 e de 100% em meados de 2011 que todos vamos pagar. Mas, ainda há quem ache que devemos todos não só pagar, como calar. Era só o que faltava!
E quem benificiou com a dívida? Foram só os homens de cartola? Não tivemos o melhor Serviço Nacional de Saude da Europa? Não tivemos os transportes públicos mais baratos ad Europa? Não tivemos a quase conclusão do saniamento básico, acessibilidades, melhorias rodoviárias, investigação, educação? Quem consumiu a dívida? Não fomos nós todos que comemos bife com ovo a cavalo, quando só tínhamos dinheiro para uma fatia de toucinho no pão?
O problema do José Sócrates não foi o que fez ou não fez. Mas as mentiras constantes que disse ao país. Ele e os ministros dele. Ou esqueceram-se da célebre frase de um ministro a dizer que a crise tinha acabado. Esqueceram-se quiçá, que as crises, estas e outras, não terminam por decreto. Porque nunca falaram a verdade aos portugueses?
Despesa gigantesca hoje, impostos gigantescos amanhã. A pagar pelos nossos filhos e pelos nossos netos. O “ovo a cavalo” de que fala o leitor Rómulo foi afinal a nossa perda de soberania financeira. E quem perde a soberania financeira perde a soberania ’tout court’.
Pois, pois, Rómulo. Eu, por exemplo, quando vou na estrada dou sempre 5 voltas em cada rotunda. Para rentabilizar o investimento que Sócrates, o BES e Mota Engil fizeram em meu nome e a pensar em mim.
Diziam mal do homem mas, chega-se à conclusão que se não fosse ele, aquele amontoado de ferros, ainda estaria por vender…

Hmmm?
Ah sim?
Bom, estão aqui a segredar-me que afinal o negócio não foi bem conduzido; ao que parece, havia uma proposta de compra bem mais vantajosa em termos de valores.
Parece que o governo português estava interessado na “coisa” para colocar no novo aeroporto internacional de Alcochete…
Olha, que encomendem uma na contrafacção chinesa… em toros de pinheiro…
E ainda fica a faltar uma torre destas para o Aeroporto de Beja, Bartolomeu.
Vendeu a Torre Eiffel? Mas este é o mesmo vendedor que me vendeu um país mais pobre (perdão! mais rico), mais desenvolvido e mais próspero…
E não lhe falou da Torre de Belém, José?
Afinal, a venda correu bastante mal.
Parece que os tais chineses ouviram um certo palhaço dizer que as dívidas não são para ser pagas. E decidiram levá-lo a sério…
Ia dizer que parecem crianças, Sampy. Mas, como se sabe, as crianças pagam total e imediatamente as dívidas.
Este ódio ao Sócrates parece-se muito com despeito ou inveja. É, no mínimo, irracional.
Pela parte que poderia tocar-me, confirmo: quem é que não sente despeito ou inveja por não ser como o Sócrates? Não ser, sobretudo, irracional.
Ódio? Despeito? Inveja? O Rómulo nunca viu ninguém odiar a sério, pois não? Acha que uns posts, uns comentários, umas bocas fazem mal a alguém? A única coisa que é racional é uma dívida em percentagem do PIB de 56% em 2004 e de 100% em meados de 2011 que todos vamos pagar. Mas, ainda há quem ache que devemos todos não só pagar, como calar. Era só o que faltava!
E quem benificiou com a dívida? Foram só os homens de cartola? Não tivemos o melhor Serviço Nacional de Saude da Europa? Não tivemos os transportes públicos mais baratos ad Europa? Não tivemos a quase conclusão do saniamento básico, acessibilidades, melhorias rodoviárias, investigação, educação? Quem consumiu a dívida? Não fomos nós todos que comemos bife com ovo a cavalo, quando só tínhamos dinheiro para uma fatia de toucinho no pão?
O problema do José Sócrates não foi o que fez ou não fez. Mas as mentiras constantes que disse ao país. Ele e os ministros dele. Ou esqueceram-se da célebre frase de um ministro a dizer que a crise tinha acabado. Esqueceram-se quiçá, que as crises, estas e outras, não terminam por decreto. Porque nunca falaram a verdade aos portugueses?
Despesa gigantesca hoje, impostos gigantescos amanhã. A pagar pelos nossos filhos e pelos nossos netos. O “ovo a cavalo” de que fala o leitor Rómulo foi afinal a nossa perda de soberania financeira. E quem perde a soberania financeira perde a soberania ’tout court’.
Nem mais, Pedro.
Pois, pois, Rómulo. Eu, por exemplo, quando vou na estrada dou sempre 5 voltas em cada rotunda. Para rentabilizar o investimento que Sócrates, o BES e Mota Engil fizeram em meu nome e a pensar em mim.