Dedicado ao Pedro Correia que nutre especial afecto pela ortografia.


tralhasdavida,

 

 

 

5 comentários em “Dedicado ao Pedro Correia que nutre especial afecto pela ortografia.”

  1. Eheheheh. Esta tem muita graça, Francisca. Por coincidência, daqui a pouco publicarei aqui um texto sobre um corretor – correctamente sem C.

    (e ando há muito tempo com vontade de lançar uma série sobre as correcções que o meu telemóvel “inteligente” insiste em impor-me do alto do seu analfabetismo militante)

    1. Já “agora”… a Microsoft teve o péssimo mau gosto de ter o novo corrector em abortês. Digo isto, porque me esqueci e comprei um Surface.
      A facilidade com que estas multinacionais, publicitárias, etc… aderiram ao abortês, diz muito sobre como os consumidores não têm verdadeiras alternativas, perante golpadas globais.

  2. Uma linguista da Real Academia Espanhola – que é uma instituição séria – afirmou há pouco tempo – com alguma pena – que mesmo que fosse útil e necessário fazer uma reforma ortográfica isso não seria possível numa democracia e num país alfabetizado, já que, quanto maior o grau de literacia mais firmes são os hábitos de escrita e há oposição e o poder tem as limitações do estado de direito…
    A reforma da língua castelhana modificou 10 ou 12 palavras (sic) e mudou algumas regras de hifenização. Em sinal de respeito pelos utilizadores, o Acordo, celebrado com a maior diginidade por 19 países, é facultativo.
    Numa democracia e em países cultos é impossível ir além disso, disse a línguísta. E é de crer que sim, que tem razão.
    Pelo menos é o que se retira, “a contrario sensu” do caso português.

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