E agora, durante quatro anos, dezenas de modalidades desportivas ficam novamente remetidas à obscuridade. Sendo que se alguma coisa os Jogos Olímpicos demonstram é que, em termos de espectacularidade, o futebol está longe de justificar a hegemonia de que goza na maior parte do planeta. Como os norte-americanos costumam referir, trata-se de uma modalidade em que nada acontece durante a maior parte do tempo e é também das poucas onde se pode verdadeiramente jogar para o empate – com frequência, a zero.
De volta à rotina ou welcome back, Rui Santos
escafandro,

Grande seca (o futebol olímpico).
Vi as danças de salão: Para cavalos…
Natação sincronizada: é de suster a respiração.
Volei de praia à noite: de fato de banho, palas para o sol e óculos escuros, à noite e numa piscina de areia.
e Usain Bolt!
“Os próximos Jogos Olimpicos devem ser olhados como um designio nacional”
rui santos na sic notícias.
Esta coisa já está a dar-nos as soluções para obtermos melhores resultados nos próximos JO.
Por acaso, já vi referido pela net. O rui santos disse qualquer coisa como – “lembro-me quando ganhávamos muitas medalhas”??
Será verdade que o “coiso” disse isto?
A perseguição ao futebol, já estranha por natureza (é um desporto como outro qualquer), em termos olímpicos é perfeitamente injustificável.
É preciso ter a noção que o futebol é das poucas modalidades em que os melhores não podem participar nesta competição, de forma aberta e sem restrições.
É mais um torneio jovem com salpicos de 4 ou 5 figuras. Não pode haver espectacularidade, no modo actual do formato, simplesmente não é possível.