Afinal, eu tão delicado e tão mal compreendido. Quando digo que não precisavam de se incomodar, respondem que não querem voltar a incomodar. Assim, não admira que tenham outras dificuldades de entendimento quando mais era preciso não terem.
De compreensão lenta
jmmcc,

Pelos vistos, o homem não tem mesmo nada que fazer, lá na sua inútil ERC…
E que tal acabar de vez com a coisa, em nome da necessidade de contenção da despesa pública?
E já vai tarde, não é?
Escapou-me esta escaramuça bloguista, não posso comentar. Pelo pouco que li, percebi vagamente que a coisa tinha que ver com a saída de vogais, e parei logo. Nem quero ouvir falar nisso, já me basta a expulsão das consoantes mudas…
O imbróglio é que há vogais por ali que também são mudas. Pelo menos, quando não deviam ser.
Se calhar ainda não aprenderam a falar inglês técnico.
Ou simplesmente ainda não aprenderam a falar. Ponto.
Constato, perfeitamente boquiaberta, que não há mesmo grande coisa a fazer.
Foi um diálogo muito interessante, bastante vasto, muito bem disputado e dissecado, mas eu não conseguiria nada disto: tenho trabalho, não tenho só emprego.
Coisa que por ali parece que funciona ao contrário.