Com excepção para a consciência abnegada de quem professa a própria vontade, né?
Era esse o propósito.
Do mesmo modo pessoas menos avisadas não respeitaram orientações da igreja, inclusive do Papa. Foi sem sombra de dúvida um ato de enorme irresponsabilidade dos responsáveis do lar, quase criminoso, mas não será “fanatismo”
Quantas vezes fanatismo e imbecilidade não andam de mãos dadas…
Nesta acertou, Maria.
Sempre grata pela corroboração de experts
Não se acanhe. Sempre ao dispor para a elucidar sobre características.
Bom-dia, Maria Dulce. “Quantas vezes fanatismo e imbecilidade não andam de mãos dadas…” ?
Sempre! são indissociáveis!
Pela fé, o embrutecimento. Beija a Cruz, fecha o livro. Mente tapada, alma salvada.
Cava a terra, aduba a horta. Corpo suado, o Céu ganhado.
Vida enevoada, mas sempre honrada. Repudia a ambição, e acolhe a Salvação.
Não será este fanatismo, embora de outra forma, comparável ao do Estado Islâmico?
Talvez. A diferença talvez esteja entre mandar matar ( e morrer a matar) e mandar morrer ( morrer, apenas). Não sei. Provavelmente nunca soube. Neste altura das nossas vidas, já ponho muita coisa em questão.
Um dos impressionismos do dia é a mesa de almoço de um agente da autoridade. De súbito, uma situação comum vivida pelos nossos pais, avós e por nós também, comove a nação e exalta os sentimentos mais patrioteiros – olhem ali o nosso herói, o nosso capitão Portugal.
Também no dia de hoje, sem fotografia, a fazenda nacional viu-se privada de cerca de 70 milhões de euros de colecta de impostos. Aqueles trocos amealhados durante o ano passado a esganar (cativar) os gastos da república já se foram. Agora anda-se aí a correr para remendar com alguma qualidade o serviço de saúde. A despesa com os apoios aos que ficaram e vão ficar sem trabalho vai disparar.
Daqui a breves meses o nosso capitão Portugal, o nosso herói, será chamado para conter a agitação social que se prevê e, enquanto espera, haverá sempre um muro lhe para servir de mesa. A exaltação patrioteira, perante a ameaça de umas bastonadas no lombo, dissipar-se-á. Num ápice o herói virará vilão, acabarão as palmas e as sandes.
As cruzes dos velhos deixarão de nos afligir porque vamos ter que carregar a nossa.
1. Nota bem o seguinte: nos últimos dias haverá um período difícil.
2. Os homens se tornarão egoístas, avarentos, fanfarrões, soberbos, rebeldes aos pais, ingratos, malvados,
3. desalmados, desleais, caluniadores, devassos, cruéis, inimigos dos bons,
4. traidores, insolentes, cegos de orgulho, amigos dos prazeres e não de Deus,
5. ostentarão a aparência de piedade, mas desdenharão a realidade. Dessa gente, afasta-te!
6. Deles fazem parte os que se insinuam jeitosamente pelas casas e enfeitiçam mulherzinhas carregadas de pecados, atormentadas por toda espécie de paixões,
7. sempre a aprender sem nunca chegar ao conhecimento da verdade.
8. Como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes homens de coração pervertido, reprovados na fé, tentam resistir à verdade.
9. Mas não irão longe, porque será manifesta a todos a sua insensatez, como o foi a daqueles dois.
O que vale é que existe sempre quem seja imaculado, caramba! “Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mt 5,8).
Tenho é a impressão que não existe entidade reguladora deste tipo de pureza, por isso é cada um por si. A Confraria dos Puros e Omniscientes deve ser portentosa!
Pois muito bem! Assim, para alé dos importúnios diários, terei que apresentar mais uma reclamação por falta de regulação à omnissapiencia exacerbada. É que cansa, sabe Vento?
Continue. Pode ser que se salve de tanta maldição.
Maldição é muito forte. Oliveiradafigueirice! Eis uma palavra que faz falta, tanto em português como em acordês.
Há sempre maneira de se atenuar o que cai em cima. Parole, parole, parole…
Parole is the early release of a prisoner who agrees to abide by certain conditions, originating from the French word parole (’speech, spoken words’ but also ’promise’). The term became associated during the Middle Ages with the release of prisoners who gave their word.
This differs greatly from amnesty or commutation of sentence in that parolees are still considered to be serving their sentences, and may be returned to prison if they violate the conditions of their parole
Se trocar o “e” final por um “o”, obtém aquilo que o “poder instituido” pensa realmente do resto dos comuns mortais.
Já vi que encontrou no bicho uma causa para combater o tal poder instituído. Não me estranha que aos poucos desvende a sua veia quixotesca lutando contra moinhos que lhe tiram a energia que o vento leva. Acontece que alguns dos comuns mortais andam um tanto parolos na sua aspiração de consciência perpétua e universal. Mas lá vão encontrando companhia, como é o caso ali do cunhado do acutilante, que sem cutelo vê das varandas os autocarros passar e encontrou uma janela onde se exercita. É a sina dos coitadinhos, pensando-se heróis de uma vida cobardemente vivida. Triste velhice a vossa que só serve para mostrar um túmulo formoso mas com ossos por dentro.
Tristes dos que aceitam os factos sem verem a luz!! Nem todos são iluminados Vento. Veja lá, não se lhe acabe a pilha.
Felizmente a minha pilha funciona. Mas alguns buscam energias nas pilhas dos outros.
Pois claroz! Quem mete pilhas, nunca pode ficar sem elas, Vento. Over and out.
O sua resposta lembra-me que faço forninhos: meter a pá e tirar a pá.
Ê isto não é uma questão de substituição de pilhas, mas de manter-se como pilha. A quem se sublime nas pilhas dos outros e é natural que só revelem soluços. Coitadinhos.
“O fanatismo a impor-se à realidade, aproveitando-se do medo e da fragilidade.” O que a Maria sabe.
Anda mesmo traumatizada com o bichinho. Quando não são os TVDE´s são as cruzes que a incomodam. Ou o beijo na Cruz.
Não sei mesmo quem é que anda com medo e frágil. Retribuo com o versículo 26 da 1 carta de João.
Há palavras com um magnetismo extraordinário, caramba. Ou são mágicas, sei lâ. Fala-se em fanático e materializa-se a corrente de ar. Tenha uma boa noite, Vento.
É verdade, adoro os seus argumentos. São sempre muito expressivos e elucidativos.
Dado que há uma tremenda expectativa relativamente ao possível aumento do número de casos positivos, derivado às celebrações da Páscoa, espero que existam testes e zaragatoas suficientes para ninguém ficar defraudado.
Absolutamente. Tem que se ser muito tacanho e irresponsável para incentivar um procedimrnto destes na presente conjuntura. Isto é consciência de culto, caramba!
Ainda não vi que você tivesse esgrimido um único argumento. Aliás nem vi qualquer argumento no que você postou. Limita-se à tradicional acusação sem investigação e sem raciocínio. Já vi que a sua veia “capadora”, à semelhança do que pretendia com o Gonçalo em um outro post, se mantém. Enxergue-se, Maria.
Sabe o que é a veradeira tristeza? É ser-se ignorado. É ninguém dar troco, porque acabou a pachorra para vendilhões . Se se sente capado pelo que supostamente quero impor, esteja à vontade para não entrar , afinal ninguém chamou ninguém. Na última vez que verifiquei, a soberba e a ira ainda eram pecados mortais.
Você não tem capacidade para me capar. Pelo contrário, julga-se capaz disso. E ainda bem que escreve sobre a soberba. Aliás, você escreve muito sobre muitas coisas que não demonstra ser capaz de as viver.
Beijos de covid?
O fanatismo a impor-se à realidade, aproveitando-se do medo e da fragilidade.
E esta é a promessa que ele nos fez: a vida eterna.
1 João 2:25
Fanatismo? Fanatismo de quem?
As cruzes, as imagens religiosas, os andores, não têm vontade própria nem se movem por telequinesia.
Com excepção para a consciência abnegada de quem professa a própria vontade, né?
Era esse o propósito.
Do mesmo modo pessoas menos avisadas não respeitaram orientações da igreja, inclusive do Papa. Foi sem sombra de dúvida um ato de enorme irresponsabilidade dos responsáveis do lar, quase criminoso, mas não será “fanatismo”
Quantas vezes fanatismo e imbecilidade não andam de mãos dadas…
Nesta acertou, Maria.
Sempre grata pela corroboração de experts
Não se acanhe. Sempre ao dispor para a elucidar sobre características.
Bom-dia, Maria Dulce.
“Quantas vezes fanatismo e imbecilidade não andam de mãos dadas…” ?
Sempre! são indissociáveis!
Pela fé, o embrutecimento.
Beija a Cruz,
fecha o livro.
Mente tapada,
alma salvada.
Cava a terra,
aduba a horta.
Corpo suado,
o Céu ganhado.
Vida enevoada,
mas sempre honrada.
Repudia a ambição,
e acolhe a Salvação.
Não será este fanatismo, embora de outra forma, comparável ao do Estado Islâmico?
Talvez.
A diferença talvez esteja entre mandar matar ( e morrer a matar) e mandar morrer ( morrer, apenas).
Não sei. Provavelmente nunca soube.
Neste altura das nossas vidas, já ponho muita coisa em questão.
Esse (o isis) já foi varrido do mapa.
WW
Quem sabe a ” beijar cruzes”? Queira Deus que o simbolo máximo não se torne numa WMD para os utentes dos lares, coitados.
Durante a Pneumónica há cem anos deve ter sido bem pior, e na próxima pandemia há-de ser melhor… não estamos no fim da história.
Hâ 100 anos não havia esta “vacina” profilática chamada informação.
Um dos impressionismos do dia é a mesa de almoço de um agente da autoridade. De súbito, uma situação comum vivida pelos nossos pais, avós e por nós também, comove a nação e exalta os sentimentos mais patrioteiros – olhem ali o nosso herói, o nosso capitão Portugal.
Também no dia de hoje, sem fotografia, a fazenda nacional viu-se privada de cerca de 70 milhões de euros de colecta de impostos. Aqueles trocos amealhados durante o ano passado a esganar (cativar) os gastos da república já se foram. Agora anda-se aí a correr para remendar com alguma qualidade o serviço de saúde. A despesa com os apoios aos que ficaram e vão ficar sem trabalho vai disparar.
Daqui a breves meses o nosso capitão Portugal, o nosso herói, será chamado para conter a agitação social que se prevê e, enquanto espera, haverá sempre um muro lhe para servir de mesa. A exaltação patrioteira, perante a ameaça de umas bastonadas no lombo, dissipar-se-á. Num ápice o herói virará vilão, acabarão as palmas e as sandes.
As cruzes dos velhos deixarão de nos afligir porque vamos ter que carregar a nossa.
Sejam felizes!
Smoreira
Não deixa de ter razão naquilo que diz.
2Timóteo3:
1. Nota bem o seguinte: nos últimos dias haverá um período difícil.
2. Os homens se tornarão egoístas, avarentos, fanfarrões, soberbos, rebeldes aos pais, ingratos, malvados,
3. desalmados, desleais, caluniadores, devassos, cruéis, inimigos dos bons,
4. traidores, insolentes, cegos de orgulho, amigos dos prazeres e não de Deus,
5. ostentarão a aparência de piedade, mas desdenharão a realidade. Dessa gente, afasta-te!
6. Deles fazem parte os que se insinuam jeitosamente pelas casas e enfeitiçam mulherzinhas carregadas de pecados, atormentadas por toda espécie de paixões,
7. sempre a aprender sem nunca chegar ao conhecimento da verdade.
8. Como Janes e Jambres resistiram a Moisés, assim também estes homens de coração pervertido, reprovados na fé, tentam resistir à verdade.
9. Mas não irão longe, porque será manifesta a todos a sua insensatez, como o foi a daqueles dois.
O que vale é que existe sempre quem seja imaculado, caramba!
“Bem aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mt 5,8).
Tenho é a impressão que não existe entidade reguladora deste tipo de pureza, por isso é cada um por si.
A Confraria dos Puros e Omniscientes deve ser portentosa!
Os puros não o vêem, pois já o têm. Este Deus é para os impuros como eu, mas não para o(a)s puristas ou puritano(a)s.
E a Entidade reguladora para estes impuros, como eu, mas não para o(a)s purista e puritano(a)s, é Jesus.
Pois muito bem! Assim, para alé dos importúnios diários, terei que apresentar mais uma reclamação por falta de regulação à omnissapiencia exacerbada.
É que cansa, sabe Vento?
Continue. Pode ser que se salve de tanta maldição.
Maldição é muito forte.
Oliveiradafigueirice!
Eis uma palavra que faz falta, tanto em português como em acordês.
Há sempre maneira de se atenuar o que cai em cima. Parole, parole, parole…
Parole is the early release of a prisoner who agrees to abide by certain conditions, originating from the French word parole (’speech, spoken words’ but also ’promise’). The term became associated during the Middle Ages with the release of prisoners who gave their word.
This differs greatly from amnesty or commutation of sentence in that parolees are still considered to be serving their sentences, and may be returned to prison if they violate the conditions of their parole
Se trocar o “e” final por um “o”, obtém aquilo que o “poder instituido” pensa realmente do resto dos comuns mortais.
Já vi que encontrou no bicho uma causa para combater o tal poder instituído. Não me estranha que aos poucos desvende a sua veia quixotesca lutando contra moinhos que lhe tiram a energia que o vento leva.
Acontece que alguns dos comuns mortais andam um tanto parolos na sua aspiração de consciência perpétua e universal.
Mas lá vão encontrando companhia, como é o caso ali do cunhado do acutilante, que sem cutelo vê das varandas os autocarros passar e encontrou uma janela onde se exercita.
É a sina dos coitadinhos, pensando-se heróis de uma vida cobardemente vivida. Triste velhice a vossa que só serve para mostrar um túmulo formoso mas com ossos por dentro.
Tristes dos que aceitam os factos sem verem a luz!! Nem todos são iluminados Vento. Veja lá, não se lhe acabe a pilha.
Felizmente a minha pilha funciona. Mas alguns buscam energias nas pilhas dos outros.
Pois claroz! Quem mete pilhas, nunca pode ficar sem elas, Vento.
Over and out.
O sua resposta lembra-me que faço forninhos: meter a pá e tirar a pá.
Ê isto não é uma questão de substituição de pilhas, mas de manter-se como pilha.
A quem se sublime nas pilhas dos outros e é natural que só revelem soluços. Coitadinhos.
“O fanatismo a impor-se à realidade, aproveitando-se do medo e da fragilidade.”
O que a Maria sabe.
Anda mesmo traumatizada com o bichinho. Quando não são os TVDE´s são as cruzes que a incomodam. Ou o beijo na Cruz.
Não sei mesmo quem é que anda com medo e frágil.
Retribuo com o versículo 26 da 1 carta de João.
There we go again…
Para onde? Para o mesmo lugar de sempre?
Há palavras com um magnetismo extraordinário, caramba. Ou são mágicas, sei lâ.
Fala-se em fanático e materializa-se a corrente de ar.
Tenha uma boa noite, Vento.
É verdade, adoro os seus argumentos. São sempre muito expressivos e elucidativos.
Dado que há uma tremenda expectativa relativamente ao possível aumento do número de casos positivos, derivado às celebrações da Páscoa, espero que existam testes e zaragatoas suficientes para ninguém ficar defraudado.
A fé move montanhas…de idiotas.
Absolutamente. Tem que se ser muito tacanho e irresponsável para incentivar um procedimrnto destes na presente conjuntura. Isto é consciência de culto, caramba!
Quer você dizer que a consciência de culto reside em si.
As montanhas que se movem pela fé são exactamente estas que você quer criar para os outros.
O efeito boomerang já não pega, Vento. O Vento é mestre nisto, mas apenas enquanto há pachorra para lhe esgrimir os argumentos.
Ainda não vi que você tivesse esgrimido um único argumento. Aliás nem vi qualquer argumento no que você postou. Limita-se à tradicional acusação sem investigação e sem raciocínio.
Já vi que a sua veia “capadora”, à semelhança do que pretendia com o Gonçalo em um outro post, se mantém.
Enxergue-se, Maria.
Sabe o que é a veradeira tristeza? É ser-se ignorado. É ninguém dar troco, porque acabou a pachorra para vendilhões .
Se se sente capado pelo que supostamente quero impor, esteja à vontade para não entrar , afinal ninguém chamou ninguém.
Na última vez que verifiquei, a soberba e a ira ainda eram pecados mortais.
Você não tem capacidade para me capar. Pelo contrário, julga-se capaz disso. E ainda bem que escreve sobre a soberba. Aliás, você escreve muito sobre muitas coisas que não demonstra ser capaz de as viver.
Também a amo. Beijinhos.